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Conforme a primeira lei de Newton, ou lei da inércia, um corpo em movimento tende a continuar em movimento, até que uma força contraria seja exercida sobre ele. De maneira análoga, os desafios para a educação da população indígena no Brasil tem crescido exponencialmente, e somente ações contrárias são capazes de frear tal problemática. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: os desafios das instituições educacionais em incluir os ritmos e modelos de vida dos estudantes indígenas, bem como, enfrentar as raízes históricas preconceituosas deixadas no país, como uma marca de intolerância.

Em primeira análise, evidencia-se, que por conta da crescente expansão das civilizações, comunidades indígenas estão ficando cada vez mais distantes dos seus costumes originais. Sob essa óptica, é visto que, no campo da educação a uma espécie de “modelos urbanos”. Os quais os alunos são direcionados a seguir para se “encaixar” na sociedade, porém, através desse, a identidade de cada aluno é esquecida e possivelmente não se propagam aos demais. Dessa forma, é nítido ver, a fragilidade no plano de educação brasileira, a qual na teoria tem a função de espalhar igualdade e valorização individual, entretanto, isso não bem aplicado, na prática.

Outrossim, é notório salientar, a criminalização que a população indígena sofre por conta das raízes históricas inseridas no país na época de colonização. Nesse contexto, no ano de 1549, missões, jesuítas portugueses, vieram ao Brasil com o intuito de aculturação da população indígena, que contra a vontade, passaram a adotar costumes, religião e disciplina de trabalho diferente das suas. Consoante a isso, o preconceito dos europeus ao se depararem com uma cultura diferente, ainda é visto no cenário atual, uma vez que os povos indígenas são xingados e ameaçados simplesmente por sua raça, por conta disso, muitos acabam se desmotivado a frequentar escolas e universidades.

Em vista os fatos supracitados, fazem-se necessárias medidas que solucionem os desafios para a educação da população indígena. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação junto ao FUNAI(Fundação Nacional do índio), promover a proteção aos direitos da população indígena, por meio da inserção de aulas multiculturais e bilíngues. Ademais, cabe as escolas o projeto de utilização de palestras, como forma de conscientização sobre a diversidade de cultura no país, como a indígena, pois como dizia o filósofo Emanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Somente assim como na lei de Newton, seremos as forças contrárias, e teremos um cenário cultural para um Brasil mais tolerante.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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