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Por GustavoLage
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A Constituição Federal de 1988 define que "todos são iguais perante a lei". Em contrapartida, no Brasil, infelizmente, grande parte da população não possui acesso à internet, gerando uma enorme desigualdade no que tange o contato facilitado com fontes de informação e meios de comunicação atuais, privando essa parte dos cidadãos dos benefícios do uso dessa tecnologia. Com isso, emerge um problema sério, em virtude da ineficiência governamental e da ignorância da população.

Nesse cenário, ressalta-se, de início, que a ineficiência governamental é um fator de problema. Acerca disso, para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. Porém, tal responsabilidade não está sendo honrada quando se trata de democratizar o acesso à internet no país, visto que, poucas são as verbas destinadas à compra de aparelhos e à instalação de redes em comunidades mais carentes, que costumam ser alvo dessa carência de acesso às tecnologias mais recentes. Assim, para tal bem-estar ser usufruído, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.

Além disso, outro fator de influenciador é a ignorância da população acerca do problema. Nessa perspectiva, Durkeim afirma que "o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto em que está inserido". Porém, muitas pessoas desconhecem os benefícios que o uso da internet traz, visto que, de acordo com um estudo do Instituto Locomotivas e da empresa PwC, grande parte da população que encontra empecilhos para ter acesso às redes compreende os indivíduos de classes sociais mais baixas, com pouco conhecimento de seus direitos, o que os inviabiliza nessa luta por melhorias. Assim, é preciso trabalhar para combater a falta de conhecimento sobre o problema e superá-lo.

Portanto, faz-se necessário uma intervenção. Para isso, o governo federal deve criar um projeto de lei, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, a fim de arrecadar e destinar verbas para compra de aparelhos eletrônicos e instalações de rede em comunidades carentes do país. Paralelamente, é preciso intervir sobre a falta de informação da população, criando sites informativos com tutoriais de uso sobre a internet. Somente assim, podemos assegurar a igualdade prevista na Constituição de 1988.
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COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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@Mylike
poderia corrigir minha redação por favor?
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

O artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Hu[…]

alguém poderia por favor corrigi-la? @Lauany25 @M[…]

O programa televisivo "Catalendas" con[…]

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