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A pirataria e os tapa-olhos para a desigualdade

​Na obra 1984, George Orwell descreve um futuro onde a mídia é retratada por um órgão único, que controla e impede qualquer outra fonte de busca a informação, de modo que, apenas um grupo seleto tem acesso a elas. No Brasil, sob esse contexto, se encontram livros com preços altos e os jornais, que tem se tornado restritos a assinantes, e por consequência são, muitas vezes, vítimas da pirataria.
​ Primeiramente, é necessário enxergar a educação no Brasil como algo elitizado, uma vez que diversas famílias não possuem aparelhos eletrônicos e conexão com a internet, onde a maioria das notícias são compartilhadas. Dessa forma, sua atualização fica presa a poucos canais de TV aberta, ou mesmo ao que é ouvido dos outros. Ademais, o aumento da taxa sobre os livros imposto pelo governo atual e a necessidade de assinatura de jornais, tornam o alcance completamente restrito. Sendo assim, surge a necessidade de utilizar de sites que pirateiam essas informações, com o objetivo de torná-las possíveis para a população. Ainda que crime sob a Constituição Federal, a pirataria é, em certos casos, o único meio para obtenção de bens culturais, como filmes, livros e artigos, pois disponibiliza esses recursos gratuitamente.
​ Outrossim, somos levados a compreender a pirataria como algo ruim, ao ponto que impede, de certo modo, que o dono do produto receba por ele. Apesar de ser benéfico ao consumidor, autores e produtores podem vir a ser prejudicados pela prática, principalmente no início de suas carreiras. Tendo isso em vista, foi criado o acervo nacional digital, que une diversas obras importantes para a cultura brasileira e as dispõe, de forma gratuita, para download. Contudo, embora o projeto já seja de grande ajuda para a propagação da literatura, ainda que com suas próprias limitações, áreas como o cinema e a informação seguem à merce da ação criminosa, quando exclusivos das classes mais altas.
​Em suma, visto que a pirataria não pode ser combatida sem a melhora das condições na busca pela cultura. Desse modo, cabe ao Ministério da Cultura, em comunhão com editoras, produtoras e jornais brasileiros, criar acervos públicos, a fim de entregar obras e notícias de maneira acessível para a população, com o propósito de, não só frear ações piratas, mas também disseminar a cultura de forma igual a todos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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