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Contrariando a Constituição Federal, que assegura, no artigo 5°, o direito de ir e vir como uma das garantias fundamentais do ser humano, a mobilidade urbana no Brasil é precária. As diferentes instancias do governo não são capazes suprir a demanda por uma malha de meios de locomoção de qualidade ou sequer disponibilizar de maneira satisfatória transporte público para os todos os cidadãos de maneira igualitária. É inviável, portanto, tratar tal questão de maneira indiferente, visto que impossibilita o indivíduo de gozar plenamente de seus direitos básicos.
É fato que o transporte público é um dos principais modais utilizados por brasileiros. De acordo com a pesquisa de 2010 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 44% da população verde e amarela se desloca por meio destes. Em contrapartida à quase metade dos 211 milhões de habitantes, o preço das tarifas é alto e a infraestrutura muitas vezes insatisfatória. Ainda, são os moradores das periferias os mais afetados com a falta de planejamento urbano. Com o constante crescimento populacional e a expansão do território, o sistema de transporte público não consegue acompanhar este avanço, culminando em áreas e pessoas isentas dessas possibilidades.
Em paralelo, segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de 2016, o Brasil teve sua frota de automóveis aumentada em 400% em apenas 10 anos. Tal dado reflete na precariedade de certas localidades, que sofrem com trânsitos congestionados. Parafraseando o empresário Paul Hawken, as mudanças não ocorrem sozinhas, mas em conjunto. Da mesma forma, o aumento do tráfego é produto tanto da ineficácia do transporte público – que acaba sendo substituído pelo carro – quanto do incentivo capitalista ao consumo de bens individuais.
Diante do exposto, é imprescindível intervenções visando a melhora da mobilidade urbana nacional. O Governo, por meio da destinação da verba de transporte para a criação e manutenção de ciclovias e demais infraestruturas, não somente em pontos centrais, como nas periferias, bem como investimento em projetos de mobilidade urbana, garante uma reestruturação da malha de modais de transporte atual. Somente assim, faz-se valer o que está escrito na constituição federal.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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vitoriaca , mesmo assim agradeço por se d[…]

Oi, perdão pela demora.. tenho estado mui[…]

Ultimamente no mundo , diminuiu muito o nív[…]

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