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Por anacarolfr
#81321
Após promulgada a Lei Áurea em 13 de maio de 1888, os povos antes escravizados foram deixados à própria sorte para reconstruir uma nova vida. Entretanto, a liberdade concedida não estava acompanhada de respaldo social para se inserir na sociedade, o que culminou no déficit habitacional encontrado na atualidade. Nesse contexto, a problemática propaga-se pela negligência estatal e pela desigualdade social.
Diante de tal cenário, vale ressaltar que a omissão do Estado potencializa a cristalização do problema. Nesse viés, de acordo com o filósofo italiano Maquiavel, o Estado deve operar com o intuito de garantir o bem universal. Todavia, o desprovimento de habitação de qualidade no Brasil indica que o bem universal não está assegurado a todos, posto que, muitas moradias não possuem condições mínimas de subsistência. Logo é inadmissível que tal cenário se mantenha, pois coloca em risco a vida dos residentes que já se encontram em um panorama de vulnerabilidade social.
Outrossim, vale ressaltar que a disparidade social é um fator determinante para a permanência do impasse. Nessa perspectiva, o escritor brasileiro Said Augusto argumenta: "Estamos em um país onde somos todos iguais, mas vivemos submergidos em total desigualdade social". Segundo essa lógica, apesar de haver direito Constitucional no que tange moradia de qualidade, a população mais carente assiste todos os dias esse direito ser violado. Em suma, é inadmissível que tal quadro se perpetue, uma vez que torna essa parcela da população excluída socialmente e ainda mais indefesa.
Destarte, medidas improrrogáveis se fazem necessárias para solucionar a problemática. Para isso, urge que o Ministério do Desenvolvimento Regional, sendo órgão responsável pelos programas governamentais de habitação, por meio de investimentos do governo, financie a ampliação do programa "Minha casa, minha vida", a fim de que mais famílias tenham acesso a moradias de qualidade em bairros estruturados e também proporcione a diminuição da intesa desigualdade social. Por conseguinte, a realidade encontrada em 1888 será revertida e a nação se tornará mais igualitária.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Redação ENEM 2021

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