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Por Deivid16
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#67618
Na série espanhola “vis a vis”, ambientada na prisão, as detentas são eventualmente abusadas por guardas e um médico. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que a cultura do assédio se faz cada vez mais comum no Brasil, ocorrendo em diversos locais, afetando principalmente as mulheres, assim tornando-se um problema tóxico que deve ser devidamente combatido. Com isso, nota-se que esse quadro problemático se impulsiona tanto pela falta de leis eficazes, quanto pelo silenciamento midiático.

Nessa perspectiva, mídia vem omitindo esse problema. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão do assédio na sociedade brasileira, já que a mídia expõe e trata de forma superficial os vários casos em que mulheres são assediadas, principalmente pelos homens, em seu trabalho, nas ruas, ônibus ou metrôs, fazendo-se presente a piora dessa problemática e deixando a mesma despercebida aos olhos do povo. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.

Em segundo plano, as leis para esse imbróglio vem se configurando bastante ineficazes. Por conseguinte, o filósofo John Locke afirma que onde não há lei, não há liberdade. Dessa maneira, essa afirmação pode facilmente ser aplicada a cultura do assédio no Brasil, pois se encontram ausentes as legislações que resultem no fim desse impasse, tirando a liberdade de vários brasileiros que passam por essa situação diariamente, fazendo jus a alusão de John Locke. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa prática.

Portanto, infere-se que medidas são necessárias para intermédio no imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança pública — ramo do Estado responsável pela competência de defesa dos direitos públicos do Brasil — promover a erradicação da cultura do assédio. Destarte, essa ação deve ser efetivada por meio da criação de leis severas que puna devidamente a pessoa que cometer tal ato e também deve-se inferir inspeções nos locais onde mais ocorrem esse problema, a fim de acabar com essa tribulação e promover um ambiente livre da mesma, pois somente assim poderá ser freada.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 173

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por Deivid16
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#67619
Deivid16 escreveu:Na série espanhola “vis a vis”, ambientada na prisão, as detentas são eventualmente abusadas por guardas e um médico. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que a cultura do assédio se faz cada vez mais comum no Brasil, ocorrendo em diversos locais, afetando principalmente as mulheres, assim tornando-se um problema tóxico que deve ser devidamente combatido. Com isso, nota-se que esse quadro problemático se impulsiona tanto pela falta de leis eficazes, quanto pelo silenciamento midiático.

Nessa perspectiva, mídia vem omitindo esse problema. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão do assédio na sociedade brasileira, já que a mídia expõe e trata de forma superficial os vários casos em que mulheres são assediadas, principalmente pelos homens, em seu trabalho, nas ruas, ônibus ou metrôs, fazendo-se presente a piora dessa problemática e deixando a mesma despercebida aos olhos do povo. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.

Em segundo plano, as leis para esse imbróglio vem se configurando bastante ineficazes. Por conseguinte, o filósofo John Locke afirma que onde não há lei, não há liberdade. Dessa maneira, essa afirmação pode facilmente ser aplicada a cultura do assédio no Brasil, pois se encontram ausentes as legislações que resultem no fim desse impasse, tirando a liberdade de vários brasileiros que passam por essa situação diariamente, fazendo jus a alusão de John Locke. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa prática.

Portanto, infere-se que medidas são necessárias para intermédio no imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança pública — ramo do Estado responsável pela competência de defesa dos direitos públicos do Brasil — promover a erradicação da cultura do assédio. Destarte, essa ação deve ser efetivada por meio da criação de leis severas que puna devidamente a pessoa que cometer tal ato e também deve-se inferir inspeções nos locais onde mais ocorrem esse problema, a fim de acabar com essa tribulação e promover um ambiente livre da mesma, pois somente assim poderá ser freada.
@Gi69
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#67644
Deivid16 escreveu:Na série espanhola “vis a vis”, ambientada na prisão, as detentas são eventualmente abusadas por guardas e um médico. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que a cultura do assédio se faz cada vez mais comum no Brasil, ocorrendo em diversos locais, afetando principalmente as mulheres, assim tornando-se um problema tóxico que deve ser devidamente combatido. Com isso, nota-se que esse quadro problemático se impulsiona tanto pela falta de leis eficazes, quanto pelo silenciamento midiático.

Nessa perspectiva, mídia vem omitindo esse problema. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão do assédio na sociedade brasileira, já que a mídia expõe e trata de forma superficial os vários casos em que mulheres são assediadas, principalmente pelos homens, em seu trabalho, nas ruas, ônibus ou metrôs, fazendo-se presente a piora dessa problemática e deixando a mesma despercebida aos olhos do povo. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.

Em segundo plano, as leis para esse imbróglio vem se configurando bastante ineficazes. Por conseguinte, o filósofo John Locke afirma que onde não há lei, não há liberdade. Dessa maneira, essa afirmação pode facilmente ser aplicada a cultura do assédio no Brasil, pois se encontram ausentes as legislações que resultem no fim desse impasse, tirando a liberdade de vários brasileiros que passam por essa situação diariamente, fazendo jus a alusão de John Locke. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa prática.

Portanto, infere-se que medidas são necessárias para intermédio no imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança pública — ramo do Estado responsável pela competência de defesa dos direitos públicos do Brasil — promover a erradicação da cultura do assédio. Destarte, essa ação deve ser efetivada por meio da criação de leis severas que puna devidamente a pessoa que cometer tal ato e também deve-se inferir inspeções nos locais onde mais ocorrem esse problema, a fim de acabar com essa tribulação e promover um ambiente livre da mesma, pois somente assim poderá ser freada.
Gi69@Deivid16, @Gi69
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Por Gi69
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#67676
✍🏾Introdução✍🏾
Na série espanhola “vis a vis”, ambientada na prisão, as detentas são eventualmente abusadas por guardas e um médico. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que a cultura do assédio se faz cada vez mais comum no Brasil, ocorrendo em diversos locais e afetando, PRINCIPALMENTE, as mulheres.(✍🏾✍🏾✍🏾Não sou muito boa em gramática, mas acho que o "principalmente" deveria estar entre vírgulas. Também acho que já está bom porque você já vai falar que é um problema no próximo período e , particularmente, tenho medo de me confundir e errar quando acrescento muitos apostos✍🏾✍🏾✍🏾). NESSE SENTIDO, nota-se que esse quadro problemático se impulsiona tanto pela falta de leis eficazes, quanto pelo silenciamento midiático. (✍🏾✍🏾✍🏾 você pode acrescentar que deve isso deve ser combatido aqui, na minha opinião fica mais organizado nesse período✍🏾✍🏾✍🏾).

*OBSERVAÇÃO: ISSO É UMA OPINIÃO, OK???*👆🏽👆🏽👆🏽👆🏽

Eu gostei muito da sua introdução 🥰


🤩DESENVOLVIMENTOS🤩

Nessa perspectiva, mídia vem omitindo esse problema. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão do assédio na sociedade brasileira, já que a mídia expõe e trata de forma superficial os vários casos em que mulheres são assediadas, principalmente pelos homens, em seu trabalho, nas ruas, ônibus ou metrôs, fazendo-se presente a piora dessa problemática e deixando a mesma despercebida aos olhos do povo. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.

🤩🤩OPINIÃO: AO MEU VER, ESTÁ PERFEITOOOOO. PERCEBI QUE VOCÊ USA BASTANTE A DJAMILA NA REDAÇÃO. Isso é bom porque é um repertório que você consegue associar a vários temas e aprende a usá-lo com excelência. 🤩🤩


Em segundo plano, as leis para esse imbróglio vem se configurando bastante ineficazes. Por conseguinte, o filósofo John Locke afirma que onde não há lei, não há liberdade. Dessa maneira, essa afirmação pode facilmente ser aplicada a cultura do assédio no Brasil, pois se encontram ausentes as legislações que resultem no fim desse impasse, tirando a liberdade de vários brasileiros que passam por essa situação diariamente, fazendo jus a alusão de John Locke. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa prática.


📝📝📝OPINIÃO: Não vi erros de gramática ( lembrando que não sou muito boa nisso ). Está excelente.📝📝📝

📝📝📝CONCLUSÃO 📝📝📝
Portanto, infere-se que medidas são necessárias para intermédio no imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança pública — ramo do Estado responsável pela competência de defesa dos direitos públicos do Brasil — promover a erradicação da cultura do assédio. Destarte, essa ação deve ser efetivada por meio da criação de leis severas que puna devidamente a pessoa que cometer tal ato e também deve-se inferir inspeções nos locais onde mais ocorrem esse problema, a fim de acabar com essa tribulação e promover um ambiente livre da mesma, pois somente assim poderá ser freada.

OPINIÃO: Ao meu ver está perfeita. 😃 Aconselho fazer uma frase de efeito no final retomando o repertório da introdução. 😃

⚠️Só um cuidado: nesse caso não sei se está certo, mas cuidado ao usar " do/da mesma", uma vez que não pode ser usado como pronome, viu? Do jeito que você fez eu não posso opinar porque não sei se está correto, apesar de acreditar que está. ⚠️

Geral: Já li outras redações suas e estavam muito boas. Essa foi a melhor! Parabéns! Bons estudos!
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Por Gi69
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Pergunta para alguém sobre o principalmente na introdução rsrs
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Por Deivid16
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Gi69 escreveu:✍🏾Introdução✍🏾
Na série espanhola “vis a vis”, ambientada na prisão, as detentas são eventualmente abusadas por guardas e um médico. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que a cultura do assédio se faz cada vez mais comum no Brasil, ocorrendo em diversos locais e afetando, PRINCIPALMENTE, as mulheres.(✍🏾✍🏾✍🏾Não sou muito boa em gramática, mas acho que o "principalmente" deveria estar entre vírgulas. Também acho que já está bom porque você já vai falar que é um problema no próximo período e , particularmente, tenho medo de me confundir e errar quando acrescento muitos apostos✍🏾✍🏾✍🏾). NESSE SENTIDO, nota-se que esse quadro problemático se impulsiona tanto pela falta de leis eficazes, quanto pelo silenciamento midiático. (✍🏾✍🏾✍🏾 você pode acrescentar que deve isso deve ser combatido aqui, na minha opinião fica mais organizado nesse período✍🏾✍🏾✍🏾).

*OBSERVAÇÃO: ISSO É UMA OPINIÃO, OK???*👆🏽👆🏽👆🏽👆🏽

Eu gostei muito da sua introdução 🥰


🤩DESENVOLVIMENTOS🤩

Nessa perspectiva, mídia vem omitindo esse problema. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão do assédio na sociedade brasileira, já que a mídia expõe e trata de forma superficial os vários casos em que mulheres são assediadas, principalmente pelos homens, em seu trabalho, nas ruas, ônibus ou metrôs, fazendo-se presente a piora dessa problemática e deixando a mesma despercebida aos olhos do povo. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.

🤩🤩OPINIÃO: AO MEU VER, ESTÁ PERFEITOOOOO. PERCEBI QUE VOCÊ USA BASTANTE A DJAMILA NA REDAÇÃO. Isso é bom porque é um repertório que você consegue associar a vários temas e aprende a usá-lo com excelência. 🤩🤩


Em segundo plano, as leis para esse imbróglio vem se configurando bastante ineficazes. Por conseguinte, o filósofo John Locke afirma que onde não há lei, não há liberdade. Dessa maneira, essa afirmação pode facilmente ser aplicada a cultura do assédio no Brasil, pois se encontram ausentes as legislações que resultem no fim desse impasse, tirando a liberdade de vários brasileiros que passam por essa situação diariamente, fazendo jus a alusão de John Locke. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa prática.


📝📝📝OPINIÃO: Não vi erros de gramática ( lembrando que não sou muito boa nisso ). Está excelente.📝📝📝

📝📝📝CONCLUSÃO 📝📝📝
Portanto, infere-se que medidas são necessárias para intermédio no imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança pública — ramo do Estado responsável pela competência de defesa dos direitos públicos do Brasil — promover a erradicação da cultura do assédio. Destarte, essa ação deve ser efetivada por meio da criação de leis severas que puna devidamente a pessoa que cometer tal ato e também deve-se inferir inspeções nos locais onde mais ocorrem esse problema, a fim de acabar com essa tribulação e promover um ambiente livre da mesma, pois somente assim poderá ser freada.

OPINIÃO: Ao meu ver está perfeita. 😃 Aconselho fazer uma frase de efeito no final retomando o repertório da introdução. 😃

⚠️Só um cuidado: nesse caso não sei se está certo, mas cuidado ao usar " do/da mesma", uma vez que não pode ser usado como pronome, viu? Do jeito que você fez eu não posso opinar porque não sei se está correto, apesar de acreditar que está. ⚠️

Geral: Já li outras redações suas e estavam muito boas. Essa foi a melhor! Parabéns! Bons estudos!
obrigado pela correção e pala dicas! Haha
Depois vou sanar essas dúvidas com minha professora. Thanks 😁😁😁😁
A exploração trabalhista

oiii glauberx1 , agradeço e respeito a s[…]

EmillyySilva poderia me ajudar a corrigir essa r[…]

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