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#54704
No limiar do século XXI o maior mal desta era tem sido à ansiedade,tendo o Brasil como o mais afetado com cerca de 9,3% da população atingida. Na a estimativa de que os jovens são os que mais aparentam ter este problema, com fatores desencadeados por pressões sociais, altas expectativas no círculo familiar, exposição excessiva na internet e entre outros que são gatilhos para a geração futura.

O filósofo e sociólogo Polonês Zygmunt Bauman diz: "A solidão produz insegurança- mas o relacionamento não parece fazer outra coisa. Numa relação, você pode sentir-se tão inseguro quanto sem ela, ou até pior. Só mundam os nomes que você dá à ansiedade". Desta frase que se infere, no cotidiano de muitos que se sentem envergonhados ou impotentes em admitir que necessitam de ajuda psicológica, tal qual inferindo-se numa sociedade que fica cada vez mais doente e acabam esqurcendo que a mente, é tão frágil quanto o corpo necessita de cuidados diários.

Em detrimento desta questão a (OMS) diz que um em cada cinco adolescentes enfrenta algum desafio de saúde mental, e estima que a metade de todas às doenças entre as quais está à ansiedade. Além disso, com a contribuição dos pais que fingem não vê o problema, trazendo a causa para inquietação, baixa autoestima criada pelo auto desejo que os filhos sejam como eles realizando sonhos destes,e destas forma prejudicando mais ainda à vida dos quais ainda estão se reconhecendo e aprendendo neste mundo.

Depreende-se que para a integração e visibilidade aos jovens com ansiedade e para não desencadear outros problemas de saúde mental, cabe aos Ministérios da Saúde e Educação, colocar mais psicólogos nas redes hospitalares públicas com o objetivo de normalizar o tratamento e conseguir facilitar o acesso destes, implantando nas escolas um espaço específico para falar com os alunos sobre seus sentimentos e vida assim facilitando a ajuda-los. Ademais, com o foco de trazer assistência a estes cidadãos que merecem serem levados a sério, pois apesar de serem tão jovens não significa que não possam adoecer mentalmente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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