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A constituição Federal de 1988,documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 3°,o direito a promover o bem de todos, sem preconceitos de raça, sexo e cor como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a crucificação na Parada LGBTI,dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão, importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira Ana, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a discriminação e a desigualdade contra gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.Nesse sentido, a crucificação na parada LGBTI remonta à exclusão, ao banimento, a falta de direito, a desigualdade.Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social ",já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o de serem respeitados, sem discriminação e preconceitos, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar que a Crucificação na Parada LGBTI teve como impulsionador à exclusão, à perda de direitos, a humilhação, a inferioridade submetida que é demonstrado no Brasil. Segundo Aristóteles, filósofo grego, a política tem como função preservar a integração entre os indivíduos da sociedade.Diante de tal exposto, todavia isso não acontece corretamente no Brasil, pois o poder público negligência o problema da discriminação. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso,é imprescindível que a sociedade, por intermédio de leis,projetos,palestras em escolas e em outros lugares ajudaria a evitar o preconceito, a fim de possibilitar direitos iguais a todos. Assim,se consolidará uma sociedade mais respeitadora, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social ",tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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