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Por Yuri11
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#93145
À luz da Magna Carta de 1988, o dever atribuído à família de assegurar liberdade aos infanto-juvenis consagrou-se um pressuposto irrevogável a todos. No atual contexto brasileiro, no entanto, a ideia encontra-se em profundo desuso, tendo em vista a recorrência da adultização de crianças por seus tutores, condicionando estas abandonar a infância. Desse modo, torna-se imprescindível buscar caminhos para atenuar esse cenário antagônico sustentado, a citar, pela inoperância do poder público e pela mentalidade do corpo social.

Sob essa ótica, cabe reconhecer a inobservância do estado como um dos catalisadores dessa problemática. Isso porque, em razão da carência de políticas públicas educacionais acerca do contato prematuro de crianças à vida adulta, por meio de imposição de comportamentos responsáveis e informações incompatíveis com a maturidade de tal faixa etária, o corpo societário relativiza, a exemplo, propagandas comerciais que veiculam papéis e estilos de vida incoerentes com o psicológico dos menores, o que revela a banalização e negligência das instituições governamentais. Mergulhado nesse escopo, dentre os efeitos da aceleração da fase infantil, estão a repressão da criatividade e recorrente miopia dos projetores no tocante aos malefícios. Zigmunt Bauman, a partir lógica da premissa de "Corporações Zumbis", elucida a respeito da potencialidade dos órgãos estaduais em manter sua forma a todo custo e, por fim, perdem a sua função social. Fica claro, pois, a urgência de medidas paliativas para reverter tal óbice.

Paralelo a isso, outra causa latente desse revés decorre do imaginário atrasado das camadas sociais referente a relevância da questão. Seguindo essa concepção, assim como abordado na célebre obra "A República", de platão, um grupo de homens acorrentados em uma caverna viam somente sombras na parede, acreditando que constituíam a realidade. Nesse ínterim, é notório que, em cenário análogo à situação ficcional apresentada, os docentes tendem a encarar adultização da nova geração de modo passivo, dado que o sistema educacional transmite aos dicentes metodologias conteudistas, fazendo com que os menores não desenvolvam sua criticidade, tampouco se engajem em assuntos de interesse parental, de forma lúdica. Por conseguinte, os referenciados tornam-se reféns de uma educação familiar nociva, o que favorece a perda de estímulos a habilidades motoras e à linguagem.

Dessarte, em virtude desses episódios nefastos à harmonia social, faz-se mister a atuação do Ministério da Educação solidificar um projeto educacional sobre a valorização das tarefas e incentivos ao aproveitamento da infância dos pequenos, com o objetivo de conscientizar pais sobre os efeitos do contato equivocado dos filhos a hábitos adultos. Essa ação deverá ocorrer via psicólogos e psicopedagogos, os quais realizarão sessões de terapia e palestras com o corpo estudantil e pais de alunos, periodicamente. Assim, espera-se o cumprimento das prerrogativas da Constituição Federal de 1988.

30 linhas ao todo.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 173

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por abiaacs
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boa noite, Yuri

li seu texto e minhas observações estarão a seguir.

[] erros;
() observações;
{} observações mais aprofundadas.

À luz da Magna Carta de 1988, o dever atribuído à família de assegurar liberdade aos infanto-juvenis consagrou-se um pressuposto irrevogável a todos. No atual contexto brasileiro, no entanto, a ideia encontra-se em profundo desuso, tendo em vista a recorrência da adultização de crianças por seus tutores, condicionando estas (a) abandonar a infância. Desse modo, torna-se imprescindível buscar caminhos para atenuar esse cenário antagônico sustentado, [a citar,] pela inoperância do poder público e pela mentalidade do corpo social.

Sob essa ótica, cabe reconhecer a inobservância do e(E)stado como um dos catalisadores dessa problemática. Isso porque, em razão da carência de políticas públicas educacionais acerca do contato prematuro de crianças à vida adulta, por meio de imposição de comportamentos responsáveis e informações incompatíveis com a maturidade de tal faixa etária, o corpo societário relativiza, a exemplo, propagandas comerciais que veiculam papéis e estilos de vida incoerentes com o psicológico dos menores, o que revela a banalização e negligência das instituições governamentais. Mergulhado nesse escopo, dentre os efeitos da aceleração da fase infantil, estão a repressão da criatividade e recorrente miopia dos projetores no tocante aos malefícios. (Prova disso,) Zigmunt Bauman, a partir lógica da premissa de "Corporações Zumbis", elucida a respeito da potencialidade dos órgãos estaduais em manter sua forma a todo custo e, por fim, perdem a sua função social. Fica claro, pois, a urgência de medidas paliativas para reverter tal óbice.

Paralelo a isso, outra causa latente desse revés decorre do imaginário atrasado das camadas sociais referente a relevância da questão. Seguindo essa concepção, assim como abordado na célebre obra "A República", de p(P)latão, um grupo de homens acorrentados em uma caverna viam somente sombras na parede, acreditando que constituíam a realidade. Nesse ínterim, é notório que, em cenário análogo à situação ficcional apresentada, os docentes tendem a encarar (a) adultização da nova geração de modo passivo, dado que o sistema educacional transmite aos dicentes (discentes) metodologias conteudistas, fazendo com que os menores não desenvolvam sua criticidade, tampouco se engajem em assuntos de interesse parental, de forma lúdica. Por conseguinte, os referenciados tornam-se reféns de uma educação familiar nociva, o que favorece a perda de estímulos a habilidades motoras e à linguagem.

Dessarte, em virtude desses episódios nefastos à harmonia social, faz-se mister a atuação do Ministério da Educação solidificar um projeto educacional sobre a valorização das tarefas e incentivos ao aproveitamento da infância dos pequenos, com o objetivo de conscientizar pais sobre os efeitos do contato equivocado dos filhos a hábitos adultos. Essa ação deverá ocorrer via psicólogos e psicopedagogos, os quais realizarão sessões de terapia e palestras com o corpo estudantil e pais de alunos, periodicamente. Assim, espera-se o cumprimento das prerrogativas da Constituição Federal de 1988. (Proposta completa. mas na próxima vez tente deixar mais claro o detalhamento.)

Parabéns pela redação!

Se você acha que eu contribuí com seu aprendizado e que minha correção vale o preço de um café, meu pix é abia.caetano12@gmail.com.
Além disso, fiquem a vontade de me mandar mensagem caso surjam dúvidas. ❤
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Por Danielkkkk
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#93166
O argumento usado no desenvolvimento 2,em minha opinião,foi pouco produtivo
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Por Yuri11
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#93189
Danielkkkk escreveu:O argumento usado no desenvolvimento 2,em minha opinião,foi pouco produtivo
Se não for para justificar a nota, não pontue. Agradeço a compreensão!!
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Por Danielkkkk
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#93192
Yuri11 escreveu:
Danielkkkk escreveu:O argumento usado no desenvolvimento 2,em minha opinião,foi pouco produtivo
Se não for para justificar a nota, não pontue. Agradeço a compreensão!!
Mas tá justificada,o seu argumento é válido, porém pouco produtivo (muito forçado).
Eu fiz uma redação com o mesmo tema.Convido você para dar uma lida.
1
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Por Danielkkkk
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#93195
Yuri11 escreveu:@Danielkkkk, Os 160 na C1 não foi justificado, jovem.
Vi agora isso,pensei que tinha dado os 200 pontos na competência 1.
Desculpe,foi erro meu.
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Por abiaacs
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#93272
boa noite, Yuri

li seu texto e minhas observações estarão a seguir.

[] erros;
() observações;
{} observações mais aprofundadas.

À luz da Magna Carta de 1988, o dever atribuído à família de assegurar liberdade aos infanto-juvenis consagrou-se um pressuposto irrevogável a todos. No atual contexto brasileiro, no entanto, a ideia encontra-se em profundo desuso, tendo em vista a recorrência da adultização de crianças por seus tutores, condicionando estas (a) abandonar a infância. Desse modo, torna-se imprescindível buscar caminhos para atenuar esse cenário antagônico sustentado, [a citar,] pela inoperância do poder público e pela mentalidade do corpo social.

Sob essa ótica, cabe reconhecer a inobservância do e(E)stado como um dos catalisadores dessa problemática. Isso porque, em razão da carência de políticas públicas educacionais acerca do contato prematuro de crianças à vida adulta, por meio de imposição de comportamentos responsáveis e informações incompatíveis com a maturidade de tal faixa etária, o corpo societário relativiza, a exemplo, propagandas comerciais que veiculam papéis e estilos de vida incoerentes com o psicológico dos menores, o que revela a banalização e negligência das instituições governamentais. Mergulhado nesse escopo, dentre os efeitos da aceleração da fase infantil, estão a repressão da criatividade e recorrente miopia dos projetores no tocante aos malefícios. (Prova disso,) Zigmunt Bauman, a partir lógica da premissa de "Corporações Zumbis", elucida a respeito da potencialidade dos órgãos estaduais em manter sua forma a todo custo e, por fim, perdem a sua função social. Fica claro, pois, a urgência de medidas paliativas para reverter tal óbice.

Paralelo a isso, outra causa latente desse revés decorre do imaginário atrasado das camadas sociais referente a relevância da questão. Seguindo essa concepção, assim como abordado na célebre obra "A República", de p(P)latão, um grupo de homens acorrentados em uma caverna viam somente sombras na parede, acreditando que constituíam a realidade. Nesse ínterim, é notório que, em cenário análogo à situação ficcional apresentada, os docentes tendem a encarar (a) adultização da nova geração de modo passivo, dado que o sistema educacional transmite aos dicentes (discentes) metodologias conteudistas, fazendo com que os menores não desenvolvam sua criticidade, tampouco se engajem em assuntos de interesse parental, de forma lúdica. Por conseguinte, os referenciados tornam-se reféns de uma educação familiar nociva, o que favorece a perda de estímulos a habilidades motoras e à linguagem.

Dessarte, em virtude desses episódios nefastos à harmonia social, faz-se mister a atuação do Ministério da Educação solidificar um projeto educacional sobre a valorização das tarefas e incentivos ao aproveitamento da infância dos pequenos, com o objetivo de conscientizar pais sobre os efeitos do contato equivocado dos filhos a hábitos adultos. Essa ação deverá ocorrer via psicólogos e psicopedagogos, os quais realizarão sessões de terapia e palestras com o corpo estudantil e pais de alunos, periodicamente. Assim, espera-se o cumprimento das prerrogativas da Constituição Federal de 1988. (Proposta completa. mas na próxima vez tente deixar mais claro o detalhamento.)

Parabéns pela redação!

Se você acha que eu contribuí com seu aprendizado e que minha correção vale o preço de um café, meu pix é abia.caetano12@gmail.com.
Além disso, fiquem a vontade de me mandar mensagem caso surjam dúvidas. ❤
2
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Por Yuri11
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#93341
@helostudy, poderia justificar a razão das notas, por gentileza? Se não tem o que acrescentar, não pontue.
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