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Durante a Segunda Revolução Industrial, entrava em vigencia um sistema que mudaria a relaçao do consumo com a sociedade: o fordismo. Essa corrente, por sua vez, acabou servindo de pilar para a criação de estrategias - a disseminação do consumo exagerado e a obsolescência programada - que utilizam das necessidades públicas para a obtençao de lucro. No Brasil, é visto, ao analisar-se a realidade social, que esses metodos, que tem sua permanencia gerida por raizes culturais deturbdas e pela ineficacia estatal, configuram-se como uma barreia para o progresso nacional ajunto da sustentabilidade.

Em primeira analise, faz-se necessario o apontamento da forma com que heranças culturais erroneamente executadas mantem a limitaçao da vida util e do consumo imoderado no país. A cultura indigena, desde seus primordios, busca extrair da natureza sua fonte de sobrevivencia, alimentaçao e moradia.Conquanto, ao analisar-se o Brasil contemporaneo- é visto queo consumo exacerbado e a obsolescencia programada, atraves do auto consumo de materias primas e do descarte irresponsavel de dejetos, acabam indo de encontro ao conceito de sustentabilidade. Deste modo, para que a cultura daqueles que merecem o titulo de pais da patria não seja deturbado por ações anti-sustentáveis torna-se essencial o combate a essa realidade negativa no solo verde-amarelo.

Ademais, deve-se ressaltar a forma com que a ineficácia estatal torna o Estado um dos principais responsaveis pela permanencia do consumo excessivo e da diminuição proposital da vida util de produtos no país. Ao analisar-se, porem, a CDC (Codigo de Defesa ao Consumidor) é visto que qualquer ação que diminua propositalmente a vida util de qualquer produto configura-se como uma violação dos direitos reservados ao consumidor. Porém, é visto que, junto com as questoes ambientais - poluição, escassez de recursos naturais - a absolescencia programada, que por sua vez é uma das formas de manutenção do consumismo, configura-se como um problema de impacto nacional.

Compreende-se, portanto, que os problemas, juridicos e ambientais, atrelados ao exagero no consumo e a redução progressiva da vida util de produtos seja combatida no Brasil. Para isso torna-se imprescindivel que o Estado, em coligação com a escola - uma vez que a mesma apresenta forte caracter de modificadora social - busque eliminar, por meio da maior ficalização do CDC e da criação de programas ambientais relacionados a resolução de tal problematica, essa realidade negativa, para que assim o Estado se torne ativo na resolução de problemas sociais no país. Deste modo a cultura indigena deixará de ser deturbada em ambito nacional e o progresso social adjunto da sustentabilidade seja enfim uma realidade nacional
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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