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O grupo extremista, conhecido por Talibã, no Afeganistão, se propôs como um Estado absoluto de forma antidemocrática, que nega todo conceito de contrato social garantidor da homeostase de uma sociedade. Com base nisso, advém uma crise humanitária que reverbera em todas as camadas sociais da população afegã, que fica sob opressão de um governo autocrático, assim como a China Comunista e o Despotismo Esclarecido Europeu do período moderno. Apresentada a conjuntura, releva-se que as causas do problema decorrem do extremismo islã, que é uma antítese da real função da citada religião, assim como a ausência do apoio internacional na contenção terrorista.

Em primeiro lugar, cita-se o extremismo religioso islã, que foi formado analogamente ao Cristianismo pós-primitivo - aderido por Constantino como religião oficial do Império Romano - , pois essas religiões foram e são usadas pelos grupos político-sociais a fim de obter o poder sobre os fiéis em nome de Deus. Percebe-se que essas atitudes negam os próprios conceitos de ambas religiões, que convergem em várias regras morais, entre elas a humildade, a simplicidade e o amor ao próximo, não presentes no grupo Talibã e nem na Monarquia Romana. Entende-se assim, como, em parte explicado por Nietzsche, que a religião é utilizada para domínio dos povos, no entanto, o olhar cético do filósofo não percebeu a importância da religião racional, que ao invés de oprimir o povo, torna-o bom e livre.

Ademais, é de fundamental importância citar o problema da ausência do apoio internacional no Afeganistão. Pois, sabe-se que é essencial que a comunidade internacional garanta os direitos de todos os povos, como a liberdade e o exercício de culto, o que é previsto pela UNICEF na Declaração dos Direitos Humanos. Entretanto, é visto que esse apoio é negligenciado, tanto pela retirada das forças armadas do EUA do local, que continha o avanço do grupo extremista, assim como o apoio indireto da China e da Rússia ao grupo extremista. Causa-se assim um colapso no contrato social, como o proposto por Locke, que é a fonte de todo Estado Democrático de Direito, por fim, cria-se então, uma destruição moral, cultural, religiosa e política no país.

Portanto, é necessário tomar atitudes para resolver o problema da crise humanitária no Afeganistão. Sabendo disso, é preciso que a comunidade internacional – sob matéria de ONU e UNICEF - crie um trato com o grupo Talibã, com o objetivo de inibir toda violação humanitária de forma incisiva e justa, para, assim depois, iniciar o processo de transição democrática, mas, caso haja atrito e negligência por parte do Estado Autoritário, é necessário então uma intervenção social e militar no país, a fim de conter o avanço terrorista. Dessa forma, promove-se a liberdade de culto à religião islã verdadeira e um Estado democrático que garanta os direitos individuais do povo.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

eurodrigo anasilva1 Bia2201 3m1ly Gi6[…]

eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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