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Segundo a pesquisadora Daniela Sandler, derrubar estátuas não significa esquecer, mas sim, repensar sobre o passado. De fato, a crítica de Sandler é verificada na reconstrução histórica brasileira a partir das demolições vivenciadas no século XXI, como exemplo, a derrubada da estátua do bandeirante Borba Gato, em São Paulo. Ocasionada por movimentos sociais revoltos pelas representações e homenagens a líderes genocidas, em busca de reivindicação à rememoração histórica em todos os ângulos. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas o silenciamento histórico e a falha educacional no Brasil.
Dessa forma, em primeira análise, a falta de debate é um desafio presente na problemática. A escritora brasileira Djamila Ribeiro explica ser preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silenciamento cruel e cultural instaurado na questão histórica brasileira, visto que pouco se fala sobre o contexto histórico completo das narrativas nas mídias de massa e nas escolas, gerando uma omissão da antiguidade e contribuindo para a opressão das minorias indígenas e negras. Logo, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela como defende a pensadora.
Em paralelo, a priorização da educação e da literatura de qualidade para os brasileiros em 2020 é um entrave no que tange ao problema. Para António Lobo, um povo que lê nunca será um povo escravo. Tal constatação não é nítida no Brasil, sendo que as minorias estão presas a um sistema opressor por falta de conhecimento de suas próprias histórias, se tornando escravos por aquilo que é lhe imposto. Situação descrita no filme “Escritores da Liberdade”, retratando a importância da educação dada aos alunos tanto para compreenderem a história de cada um, sendo a maioria negros e latinos, quanto às relações sociais externas e internas a partir desse reconhecimento. Assim, reverter o ensino negligente para com os estudantes brasileiros em primeiro lugar, é urgente.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão.
Para isso, o Ministério da Educação em colaboração com as Instituições de Ensino, devem disseminar o conhecimento da matéria escolar história mais aprofundada para os estudantes brasileiros, através de oficinas educativas. De modo a gerar conhecimento com relação às raízes culturais em nossa sociedade com as narrativas completas sobre todas as percepções. Tal ação pode, ainda, ser divulgada nos veículos midiáticos para que a população tome conhecimento. Paralelamente, é preciso intervir sobre o silenciamento presente no problema. Dessa maneira, o Brasil poderá construir uma sociedade livre, justa e solidária.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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