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#58923
A constituição federal de 1888, documento jurídico mais importante do Brasil, prevê em seu artigo, 6°, o direito a segurança como inerente a todo brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa o Combate a Transfobia no Brasil, dificultando, assim, a universalização desse direito social tão importante diante dessa perspectiva, faz-se uma imperiosa análise dos fatores que favorecem com esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a transfobia no Brasil. Nesse sentido, traz como consequências inúmeras violências contra pessoas transexuais, lésbicas, e travestis. Porcentagem altíssima de denúncias de violência e homicídios contra essas pessoas. Essa conjuntura segundo o filósofo John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direito indispensáveis, como a proteção e a segurança dessas pessoas, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a recrudescência na qual a comunidade LGBT é tratada. Sem contar com o desacordo de empresas que não garantem uma vaga no mercado de trabalho. O que faz com que criem rótulos negativos, virando assim, impulsionador a transfobia no Brasil. Segundo a pesquisa da TGEU, aponta que 78% dos homicídios ocorrem no Brasil. Diante de tal exposto, o preconceito contra o público LGBT, logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de campanhas, palestras criem um meio de proteção a todas essas pessoas, fazendo-as com que se sintam mais seguras, de modo a diminuir o preconceito e a violência. Assim, torna-se-à possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na magna carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 148

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 148

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 152

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

#62571
O plágio é o ato de assinar, apresentar e publicar uma obra intelectual de qualquer natureza contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa. Apresentar como da própria autoria. Copiar ou imitar, sem engenho, as obras ou os pensamentos dos outros e apresentá-los como originais. O plágio é uma prática comum no dia a dia e é ilegal, pois a lei considera uma violação ao direito autoral. Assim, o ato de plagiar envolve a apropriação de uma informação ou algo que não é seu, mas sim do autor original. Integral: cópia de um trabalho inteiro, sem citar a fonte. Parcial: 'colagem' resultante da seleção de parágrafos ou frases de um ou diversos autores, sem menção às obras.
Conceitual: utilização da essência da obra do autor expressa de forma distinta da original. É copiar, palavra por palavra, sem fazer alterações, uma obra ou um trecho dela e não apresentar a fonte original do texto. Parafrasear (ou seja, falar a mesma coisa sendo que com outras palavras) a maior parte das ideias de um texto, sem acrescentar conteúdo próprio, também é plágio. O crime de plágio é previsto em lei e conta com penalidades para aqueles que copiam conteúdos sem mencionar devidamente o autor original. A punições variam de 3 meses a 4 anos, dependendo de cada caso, sendo que há ainda a aplicação de multas e sanções administrativas. O plágio acadêmico se configura quando um aluno retira, seja de livros ou da Internet, ideias, conceitos ou frases de outro autor (que as formulou e as publicou), sem lhe dar o devido crédito, sem citá-lo como fonte de pesquisa. Trata-se de uma violação dos direitos autorais de outrem. Isso tem implicações cíveis e penais. E o “desconhecimento da lei” não serve de desculpa, pois a lei é pública e
explícita. Na universidade, o que se espera dos alunos é que estes se capacitem tanto técnica como teoricamente. Que sejam capazes de refletir sobre sua profissão, a partir da leitura e compreensão dos autores da sua área. Faz parte da formação dos alunos que estes sejam capazes de articular as ideias desses autores de referência com as suas próprias ideias. Para evitar o plágio, o pesquisador deve citar, tão logo utilize a ideia de terceiros, qual a fonte de pesquisa de onde aquela ideia foi extraída. Há basicamente duas formas de citação, a direta e a indireta.

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