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#43412
A globalização é determinante para a intensificação da intolerância, atrelada aos constantes discursos de ódio na internet. Nesse agir, é imprescindível que os ataques realizados em redes sociais são consequências de falhas no desenvolvimento da sociedade, atrelado em âmbitos sociais, educacionais e, principalmente, legislativos. Desse modo, evidencia-se a ausência de limitação na liberdade de expressão, mas também de formas de repressão aos atos de ódio.
A princípio, acentua-se a abrangência da liberdade de expressão, sendo instrumento de justificativa a possíveis maldades encontradas na internet. Nesse pensar, Antônio Guterres, secretário-geral da ONU, aponta que o enfrentamento do discurso de ódio não significa proibir a liberdade de expressão e sim, evitar que se transforme em algo perigoso, portanto, a existência desse direito de maneira defasada abre caminhos para as pessoas pensarem que podem expor tudo sem que haja consequências, agindo assim de forma maldosa. Ademais, muitas vezes a sociedade é contrária às possibilidades de limitações dessa liberdade, sendo um obstáculo ao combate dos crimes de ódio.
Por conseguinte, apesar da existência de formas para denunciar ataques nas redes sociais, não há punições que impeçam a constância desses atos. Como suporte, sabe-se que há um projeto de lei Nº 7582/2014, na qual define os crimes de ódio e institui penalidades, entretanto, por estar em aberto, o Brasil se encontra ultrapassado quando se diz respeito a intolerâncias, pois a legislação não age de forma harmônica em relação a esses crimes. Consequentemente, se as denúncias na internet apenas excluem comentários maldosos, é necessário que, através da lei, as pessoas se sensibilizem a não realizar discursos de ódio.
Logo, é dever do Legislativo o desenvolvimento das leis aos crimes de ódio, de forma que aprovem possíveis regulamentações relacionadas aos ataques na internet e instituam multas e penalidades às pessoas que usufruem as redes de forma perigosa. Ainda mais, é importante que as escolas e a mídia promovam palestras, debates e campanhas publicitárias que estimulem o uso correto da web e exponham as consequências da propagação de insultos nessas plataformas. Com isso, serão evitados os constantes discursos de ódio apoiados em impunidades, como também será estabelecido o sentimento de respeito necessário para acessar as redes sociais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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