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Coabita-se no Brasil um movimento contraditório no que tange aos direitos humanos da população LGBTQIA+. Se por um lado há êxitos significantes, como a regulamentação do casamento gay e do maior debate público acerca das outras formas de ser e de se relacionar, por outro, lamentavelmente observa-se um quadro de violência e discriminação desses grupos ainda em constância. Para que o combate a esse problema seja efetivo, é imperioso entender o que motiva o preconceito contra essa minoria e compreender a indispensabilidade da educação.

Historicamente, a sociedade brasileira é fundada na cultura do patriarcado e, portanto, no heterossexismo – traços esses que levam a uma demonização do diferente. Dessarte, evidencia-se que o artigo 5° da Constituição Federal, ainda que tenha como fundamento a dignidade da pessoa humana, infelizmente, não é exercido pelo corpo social. Nesse viés, os indivíduos pertencentes à comunidade LGBT são fragilizados e assolados psicológica e fisicamente. Nota-se ainda, que os criminosos posicionam como se a prática de tal violência fosse “legal”, o que corrobora a tese da filósofa Hannah Arendt sobre a banalidade do mal enraizada na sociedade.

Paulo Freire, educador e filósofo brasileiro, afirmou que para haver maior humanização, democracia e viabilização do amor, a educação deve ser um dos principais pilares, pois sem ela a sociedade dificilmente mudará. Nessa lógica, constata-se que a falta de abordagem contra à prática dos preconceitos exercidos sobre determinados grupos, torna a educação cada vez mais retrógrada e negligente.

Outrossim, urge que o Ministério da Educação, com o apoio de psicólogos e psiquiatras, reformule as Diretrizes Curriculares da Educação Básica e inclua o combate às violências como carga obrigatória do ensino público e privado, para todas as séries e EJA (Educação para Jovens e Adultos), afim de moldar o corpo social, preparando os cidadãos de maneira eficiente. Para maior eficácia na aplicação dessa obrigatoriedade, deve haver capacitação para diretores, coordenadores e professores, por meio de cursos presenciais ou virtuais com os principais representantes dessa luta, além de especialistas nas questões de gênero e educação. Cabe também aos pais e familiares, ensinar as crianças e adolescentes que toda forma de amor é justa. Desse modo, o âmago da questão reverter-se-à.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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