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Conforme declara a Constituição Federal de 1988, registro jurídico de renomada notoriedade do país, em seu artigo (6°), é imprescindível a todo cidadão brasileiro o direito à segurança e proteção à infância. Não obstante, quando se analisa os caminhos para combater a violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil, é possível visualizar que tal concessão não têm se resplandecido expressivamente fora do âmbito teórico, impossibilitando, desta forma, o acesso à esta virtude social indispensável. Diante deste panorama, torna-se fundamental a inspeção dos elementos que contribuem com a ampliação desse cenário.
Primeiramente, faz-se necessário evidenciar a negligência por parte do governo em relação ao combate à violência sexual contra à infância e juventude no território brasileiro. Nesta perspectiva, é visível o quanto as autoridades vem se apresentando imparcial diante deste quadro, considerando que este problema vêm se agravando cada vez mais com o passar dos anos. Conforme fora conceituado pelo sociólogo alemão, George Simmel, o termo "atitude blasé", denuncia declaradamente o indivíduo que age com apatia em intermédio às circunstâncias que são de sua responsabilidade, o que entra em conformidade com as atitudes governamentais perante o abuso sexual contra o grupo de menores.
Além disto, é essencial indicar o âmbito familiar como propulsor do problema no Brasil, visando que, de acordo com os dados registrados pelo Ministério da Saúde, três crianças ou adolescentes são abusadas sexualmente no país a cada hora, sendo os responsáveis por tal violência, em quase 25% dos casos, o próprio pai ou padrasto destas.
Em vista dos aspectos mencionados, torna-se, portanto, indispensável a luta contra essas barreiras. Com este intuito, avalia-se que é
de extrema necessidade que as instituições escolares, através de aulas e palestras, apresente aos alunos a importância da educação sexual, tornando-os capazes de identificar possíveis situações desta forma de violência e como devem proceder diante de tais circunstâncias. Assim, desenvolvendo uma sociedade mais segura para este grupo que se encontra em situação de vulnerabilidade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

eurodrigo anasilva1 Bia2201 3m1ly Gi6[…]

eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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