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No filme norte-americano "Matilda", a protagonista enfrenta inúmeros episódios de abusos psicológicos e negligência provenientes do âmbito familiar e escolar. No Brasil, a realidade não difere, segundo uma pesquisa divulgada pela organização social Visão Mundial, o país lidera a classificação de violência contra a criança na América Latina. Nesse sentido, é importante salientar que, entre os elementos que contribuem para solidificar esse quadro, destacam-se a insuficiência legislativa e as questões socioculturais.

Em primeira análise, é notório observar que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sancionado em 1990, tem o objetivo de garantir os direitos básicos dos jovens como, por exemplo: liberdade, respeito e dignidade. Entretanto, tais regalias não são devidamente cumpridas na prática, uma vez que a violência infantil persiste. Portanto, é inadmissível que em um país em ascensão como o Brasil ainda possua um crescente número de casos de abuso infantojuvenil por displicência estatal.

Além disso, segundo a filósofa alemã Hannah Arendt “quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada”. Tal preceito afirma que, o método de educação aplicado pelos pais encontra-se enraizado e habitual, onde os maus tratos acabam passando despercebidos pela população causando assim sequelas físicas e psicológicas nas vítimas, que consequentemente, desse modo, essa postura irá persistir com suas definitivas proles. A vista disso, urge a necessidade de alterações estruturais para a ocorrência de uma mudança de paradigmas comportamentais de todos.

Destarte, deve-se haver uma intervenção para amenizar essa problemática. O governo, necessariamente o Ministério da Educação, deve promover campanhas educativas, uma vez que para o pedagogo Paulo Freire, sem educação a sociedade não muda. Deverá agir em conjunto com a mídia executando palestras educacionais com ênfase no reconhecimento de sinais de agressões e na importância da denúncia. Essas palestras devem atingir o nível nacional atraindo a atenção do governo e assim cobrando o cumprimento correto na aplicação de leis, passando assim a conscientizar os indivíduos e inibir a continuidade desse mal.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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