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Segundo o poeta francês Victor Hugo, a tolerância é a melhor das religiões. Por certo, a frase destaca que em um país abrangente de diversidades, não cabe julgar, discriminar ou hostilizar a fé alheia. Entretanto, o devido respeito a religião encontra-se afetado, visto que é notório o crescimento da taxa de violência com à falta de tolerância às diferentes crenças. Segundo os dados do ministério dos direitos humanos a maioria das vítimas é de religiões de origem africana, com 39% das denúncias. Sendo assim, é perceptível a premência para medidas capazes de assegurar o respeito e o exercício de denúncia, de modo a amenizar a intolerância religiosa no Brasil. Dessa forma, isso ocorre, sobretudo, à ausência de liberdade de religião, o que acaba propagando o fundamentalismo.
Nesse contexto, é importante salientar que o contexto histórico brasileiro indubitavelmente, influência essa questão. A colonização portuguesa buscou catequizar os nativos conforme a religião europeia da época: católica. Por conseguinte, os índios como posteriomente os escravos negros no que lhe concerne, com a chegada dos padres jesuítas, perderam a sua liberdade de crença e foram obrigados, de maneira violenta, a se converter ao catolicismo, - religião a qual na Europa era predominante -. No entanto, não é razoável uma religião que subjuga as outras, o que deve, pois, ser repudiado ao pluralismo religioso, com a finalidade de combater a intolerância religiosa.
Conseguintemente, o fundamentalista enraíza seus dogmas como verdade, indiscutível, não colocando de parte, contudo, a premissa do diálogo. Decerto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em 2007, a lei que criou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, comemorado em 21 de janeiro. A data coincide com a morte da ialorixá Gildásia dos Santos, conhecida como mãe Gilda de Ogum, fundadora do Axé Abassá de Ogum, em Itapuã (BA). Em 2000, a religiosa foi atacada no terreiro, e o trauma contribuiu para os problemas cardíacos que a levaram à morte. Entretanto, a lei constituída na prática não é conduta, sendo consistente a persistência da violência contra a crença; pela à ausência de denúncias e informações, não havendo direcionamento a como reagir frente ao problema.
Assim sendo, portanto, medidas são necessárias para diminuição da intolerância religiosa no Brasil. Posto isso, cabe o Poder Executivo - em parceira com o ministério da educação -, por meio as instituições de ensino, que devem fomentar o pensamento crítico por intermediário de pesquisas, projetos, trabalhos, debates e campanhas publicitárias as esclarecedoras; com a finalidade de quebrar estereótipos, preconceitos e despertar o senso crítico na população. Ademais, a polícia Civil deve crirar uma ouvidoria anônima, tal como uma delegacia especializada, de modo a incentivar denúncias em prol do combate a problemática.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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