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Por Deivid16
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No filme extraordinário, lançado em 2017, o personagem principal Auggie, em seu primeiro dia de aula, sofre situações de humilhação, pois o mesmo tem uma doença congênita que deforma sua face. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que essa situação acontece com vários jovens e crianças de diversas escolas, seja por suas características, cultura, etc. Ademais, a prática do bullying nas escolas está acontecendo cada vez mais, assim necessitando de ser questionado e combatido. Como resultado, nota-se que alguns dos fatores impulsionadores do quadro problemático são: o silenciamento da mídia e o legado histórico.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um esquecimento instaurado na questão da prática do bullying nas escolas, já que a mídia não expõe com clareza os vários casos em que adolescentes, ou até mesmo crianças, são humilhadas por conta de seu corpo, de sua etnia ou pela forma de como se vestem, principalmente nas escolas, repercutindo tal problemática com superficialismo e assim deixando despercebida aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração. Por conseguinte, o físico Albert Einstein explica que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a atual realidade brasileira, pois a prática do bullying nas escolas é um problema cada dia mais difícil de ser disseminado, visto que o povo evita adentrar em assuntos como esse, assim piorando a situação e passando o mesmo costume para a geração seguinte. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.
Portanto, é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de Educação — ramo do Estado responsável pela educação brasileira — promover a erradicação das práticas do bullying nas escolas por meio da efetuação de debates reflexivos tanto no ambiente virtual, quanto no físico e a realizac de campanhas e oficinas em todas as séries do ensino fundamental e médio, a fim de acabar com esse problema e manter um ambiente livre do mesmo, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por Deivid16
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#67520
Deivid16 escreveu:No filme extraordinário, lançado em 2017, o personagem principal Auggie, em seu primeiro dia de aula, sofre situações de humilhação, pois o mesmo tem uma doença congênita que deforma sua face. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que essa situação acontece com vários jovens e crianças de diversas escolas, seja por suas características, cultura, etc. Ademais, a prática do bullying nas escolas está acontecendo cada vez mais, assim necessitando de ser questionado e combatido. Como resultado, nota-se que alguns dos fatores impulsionadores do quadro problemático são: o silenciamento da mídia e o legado histórico.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um esquecimento instaurado na questão da prática do bullying nas escolas, já que a mídia não expõe com clareza os vários casos em que adolescentes, ou até mesmo crianças, são humilhadas por conta de seu corpo, de sua etnia ou pela forma de como se vestem, principalmente nas escolas, repercutindo tal problemática com superficialismo e assim deixando despercebida aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração. Por conseguinte, o físico Albert Einstein explica que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a atual realidade brasileira, pois a prática do bullying nas escolas é um problema cada dia mais difícil de ser disseminado, visto que o povo evita adentrar em assuntos como esse, assim piorando a situação e passando o mesmo costume para a geração seguinte. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.
Portanto, é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de Educação — ramo do Estado responsável pela educação brasileira — promover a erradicação das práticas do bullying nas escolas por meio da efetuação de debates reflexivos tanto no ambiente virtual, quanto no físico e a realizac de campanhas e oficinas em todas as séries do ensino fundamental e médio, a fim de acabar com esse problema e manter um ambiente livre do mesmo, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.
@G169
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#67578
Deivid16 escreveu:No filme extraordinário, lançado em 2017, o personagem principal Auggie, em seu primeiro dia de aula, sofre situações de humilhação, pois o mesmo tem uma doença congênita que deforma sua face. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que essa situação acontece com vários jovens e crianças de diversas escolas, seja por suas características, cultura, etc. Ademais, a prática do bullying nas escolas está acontecendo cada vez mais, assim necessitando de ser questionado e combatido. Como resultado, nota-se que alguns dos fatores impulsionadores do quadro problemático são: o silenciamento da mídia e o legado histórico.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um esquecimento instaurado na questão da prática do bullying nas escolas, já que a mídia não expõe com clareza os vários casos em que adolescentes, ou até mesmo crianças, são humilhadas por conta de seu corpo, de sua etnia ou pela forma de como se vestem, principalmente nas escolas, repercutindo tal problemática com superficialismo e assim deixando despercebida aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração. Por conseguinte, o físico Albert Einstein explica que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a atual realidade brasileira, pois a prática do bullying nas escolas é um problema cada dia mais difícil de ser disseminado, visto que o povo evita adentrar em assuntos como esse, assim piorando a situação e passando o mesmo costume para a geração seguinte. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.
Portanto, é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de Educação — ramo do Estado responsável pela educação brasileira — promover a erradicação das práticas do bullying nas escolas por meio da efetuação de debates reflexivos tanto no ambiente virtual, quanto no físico e a realizac de campanhas e oficinas em todas as séries do ensino fundamental e médio, a fim de acabar com esse problema e manter um ambiente livre do mesmo, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.
@Gi69
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#67581
Deivid16 escreveu:No filme extraordinário, lançado em 2017, o personagem principal Auggie, em seu primeiro dia de aula, sofre situações de humilhação, pois o mesmo tem uma doença congênita que deforma sua face. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que essa situação acontece com vários jovens e crianças de diversas escolas, seja por suas características, cultura, etc. Ademais, a prática do bullying nas escolas está acontecendo cada vez mais, assim necessitando de ser questionado e combatido. Como resultado, nota-se que alguns dos fatores impulsionadores do quadro problemático são: o silenciamento da mídia e o legado histórico.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um esquecimento instaurado na questão da prática do bullying nas escolas, já que a mídia não expõe com clareza os vários casos em que adolescentes, ou até mesmo crianças, são humilhadas por conta de seu corpo, de sua etnia ou pela forma de como se vestem, principalmente nas escolas, repercutindo tal problemática com superficialismo e assim deixando despercebida aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração. Por conseguinte, o físico Albert Einstein explica que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a atual realidade brasileira, pois a prática do bullying nas escolas é um problema cada dia mais difícil de ser disseminado, visto que o povo evita adentrar em assuntos como esse, assim piorando a situação e passando o mesmo costume para a geração seguinte. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.
Portanto, é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de Educação — ramo do Estado responsável pela educação brasileira — promover a erradicação das práticas do bullying nas escolas por meio da efetuação de debates reflexivos tanto no ambiente virtual, quanto no físico e a realizac de campanhas e oficinas em todas as séries do ensino fundamental e médio, a fim de acabar com esse problema e manter um ambiente livre do mesmo, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.
@Ashiley
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Por Gi69
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#67584
Correção:



No filme extraordinário, lançado em 2017, o personagem principal Auggie, em seu primeiro dia de aula, sofre situações de humilhação, pois o mesmo tem uma doença congênita que deforma sua face. Fora das telas, a realidade não é tão diferente, visto que essa situação acontece com vários jovens e crianças de diversas escolas, seja por suas características, cultura, etc. Ademais, a prática do bullying nas escolas está acontecendo cada vez mais, assim necessitando de ser questionado e combatido. Como resultado, nota-se que alguns dos fatores impulsionadores do quadro problemático são: o silenciamento da mídia e o legado histórico.

📝Ao meu ver, sua introdução está excelente. Porém, fique atento a algumas coisinhas:
Ademais, a prática do bullying nas escolas ocorre com frequência , e por isso precisa ser questionada e combatida. ( acho que "por isso" fica melhor que "Assim"). A prática o bullyng ( note que é a prática, logo tem que ser questionada e combatida ).
Também acho que o " como resultado " deveria ser substituído por algo como " dessa maneira" " nesse sentido" .



Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um esquecimento instaurado na questão da prática do bullying nas escolas, já que a mídia não expõe com clareza os vários casos em que adolescentes, ou até mesmo crianças, são humilhadas por conta de seu corpo, de sua etnia ou pela forma de como se vestem, principalmente nas escolas, repercutindo tal problemática com superficialismo e assim deixando despercebida aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora


📝 📝📝📝📝Achei o D1 muito bom.


Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração. Por conseguinte, o físico Albert Einstein explica que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a atual realidade brasileira, pois a prática do bullying nas escolas é um problema cada dia mais difícil de ser disseminado, visto que o povo evita adentrar em assuntos como esse, assim piorando a situação e passando o mesmo costume para a geração seguinte. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.

📝📝📝📝📝📝Observações:
Em segundo plano, o bullying é um costume que é passado de geração pra geração.
🤔Como assim?
Depois disso você iniciou o outro período com "Por conseguinte", ou seja, você falou sobre uma consequência. Acho que você deveria ter explicado melhor seu argumento de que o bullyng é passado de geração em geração.
Você misturou dois argumentos no mesmo parágrafo. Você disse que ia falar sobre uma coisa no 1° período e depois falou de preconceito sem explicar o que isso tem haver com a transmissão do bullyng.

Outra coisinha: você iniciou o parágrafo com o conectivo "em segundo plano" o ideal seria você ter iniciado o D1 com " em primeiro plano". Alguns corretores dizem que é errado quando não é feito assim. Aconselho trocar o conectivo do D2 por outro ou mudar o do D1 para "em primeiro plano".
📝📝📝📝📝📝📝

Portanto, é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de Educação — ramo do Estado responsável pela educação brasileira — promover a erradicação das práticas do bullying nas escolas por meio da efetuação de debates reflexivos tanto no ambiente virtual, quanto no físico e a realizac de campanhas e oficinas em todas as séries do ensino fundamental e médio, a fim de acabar com esse problema e manter um ambiente livre do mesmo, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.

Sua conclusão está perfeita.
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