• Avatar do usuário
#79340
A saída do Brasil do mapa da fome em 2014 foi um marco histórico, porém, segundo a FAO, ONU e OMS, o índice de insegurança alimentar dobrou. Os resultados evidenciam que, em 2020, a insegurança alimentar e a fome no Brasil retornaram aos patamares próximos aos de 2004. A maneira que o governo atual vem lidando com a pandemia, influencia diretamente na situação da fome no país.
Entre 2014 e 2016, a fome atingiu 3,9 milhões de pessoas. Entre 2018 e 2020 esse número aumentou para 7,5 milhões. Atualmente, são mais de 20 milhões de pessoas em situação de fome. É claro que a pandemia é um dos grandes responsáveis pelos números alarmantes, entretanto existem outros fatores. Antes do COVID-19, a taxa de desemprego era de 11,9% de acordo com o PNAD Contínua. De julho para agosto de 2019, a taxa de desocupação aumentou em 0,5 ponto percentual, passando de 13,1% para 13,6%. Surgiu então, o auxílio emergencial. Lembremos que o presidente e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, tinham o objetivo de oferecer apenas 200 reais. Foi o Congresso Nacional que batalhou e garantiu o auxílio emergencial de 600 reais. Com o tempo, esse benefício sofreu suspensão e em seguida, redução do valor para 150 reais, inviabilizando a sobrevivência, pois diminui os gastos com a alimentação e nega o direito básico à nutrição de qualidade. Enquanto isso, a inflação de alimentos segue em disparada e é sentida por 86% dos brasileiros. São homens, mulheres e crianças que não sabem o que vão comer e se vão comer.
Concluímos que o aumento da fome e da miséria no Brasil é resultado de um governo que negligencia o povo. 9% da população (19,1 milhões) enfrentava o nível mais grave, o que se chama de fome. É necessário políticas públicas de combate à fome e a insegurança alimentar. Além disso, é preciso dar atenção ao aumento das outras manifestações de insegurança alimentar, a leve e a moderada, que embora não representem fome, representam uma ruptura com o padrão alimentar da população.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Francis29 bibipadilha P300 VanessaSousa d[…]

O assédio no Brasil

Alicerdg12 desculpa, mas onde está os seu[…]

O programa "pequenas empresas e grandes negoc[…]

Ao mencionar a frase "Temos de nos tornar na […]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM