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A série de TV "The Good Doctor", contida no catálogo da plataforma de streaming Globo Play, tem como protagonista o Dr. Shaun Murphy, que possui um subtipo de autismo chamado síndrome de Savant, caracterizado principalmente pela dificuldade de interação em sociedade e QI elevado. É possível notar desde o primeiro episódio que Murphy não consegue ter uma boa inclusão, tanto no âmbito hospital quanto no convívio em sociedade. De forma geral, a série expõe os desafios de inclusão de um autista para com a sociedade e critica fortemente o estigma relacionado à atuações de profissionais da saúde portadores de tal transtorno.
Em primeiro lugar, deve-se considerar que o autismo é uma condição que impossibilita a pessoa de ter uma boa socialização e causa comportamentos julgados "anormais" pela sociedade, o que, antecede a exclusão imediata do portador da síndrome, fazendo-o sentir-se esquisito e não merecedor de conviver entre as demais pessoas ao seu redor. No âmbito escolar, é deveras perceptível a dificuldade de adaptação e inclusão de um autista, pois ele necessita de atividades diferentes, específicas para seu transtorno, e, também, de uma atenção maior. Isso é possível somente se o Brasil de fato investir na especialização de educadores, prepará-los para tais atendimentos e implantar nas instituições de ensino conjunturas de profissionais preparados para auxiliar e orientar os educadores na forma de tratamento e planejamento para os alunos autistas, possibilitando, então, a inclusão destes em escolas comuns e melhorando sua socialização com as crianças e adolescentes fora do espectro autista.
Ademais, apesar de existirem leis em vigência decretando a obrigação de empresas darem preferências nas vagas para pessoas com transtornos mentais, sabe-se que essas leis poucas vezes são postas em prática, e, se postas, o indivíduo terá de enfrentar outros desafios, como o preconceito do cliente ao se recusar o atendimento do indivíduo, entre outras situações corriqueiras no dia-a-dia de trabalho do indivíduo.
Esses desafios podem, como comentado acima, serem resolvidos através de uma educação de boa qualidade e projetos visando incluir autistas em todo e qualquer âmbito.
Portanto, recomenda-se que boa parte dos ganhos do país sejam destinados à educação, principalmente à instituições de ensino e projetos de inclusão, concedendo, então, a possibilidade de futuras sociedades igualitárias e sem discriminação de indivíduos por suas características exclusivas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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