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#57340
Nos últimos anos o Brasil tem passado por inúmeras recessões econômicas e com isso houve prejuízos, como o desemprego e o aumento do custo de vida. Dessa forma, o subemprego passou a ser uma realidade na vida de milhares de pessoas, a necessidade surgiu para garantir o próprio sustento. Todavia, o mercado informal causa perda econômica para o estado, haja vista a ausência da proteção da carteira assinada e o não pagamento à contribuição da previdência social.

Entregadores de aplicativos, manicures, diaristas, entre outros, muitos têm em comum a falta de carteira de trabalho assinada, e, por consequência, o trabalho informal. Em primeira análise, no Brasil, segundo o IBGE em 2017, o grupo de empregados sem carteira assinada chegou a 10,5 milhões de pessoas. A falta de experiência e elaboração, provoca uma busca desesperadora pelo trabalho informal. Antes da pandemia do novo coronavírus, eles representavam 40% da força de trabalho, chegando a 36 milhões de pessoas, segundo a Agência Brasil.

A Covid-19 ocasiona o aumento da vulnerabilidade entre os trabalhadores informais. A ausência de proteção e garantias, como cobertura em casos de doenças e acidentes, colabora para que essas pessoas fiquem à margem das políticas públicas. Na Constituição Brasileira de 1988, são direitos fundamentais inerentes a pessoa humana o direito à previdência social e a saúde previstos no Art. 6º. Essas garantias não devem ser negadas ou privadas pelo Estado Democrático de Direito, devendo o Estado prestar esse serviço a toda a sua população de forma igualitária. Esses direitos foram postos em pauta tendo em vista a crise sanitária no momento presente.

Em virtude da pandemia da Covid-19, o Governo Federal deve ofertar aos trabalhadores meios para possibilitar a superação da ausência de reservas econômicas mínimas e o alto índice de endividamento. O Ministério do Trabalho e Emprego deve se mobilizar. Uma solução viável seria o aumento dos incentivos fiscais e a diminuição dos custos das admissões formais, contribuindo com a redução das despesas trabalhistas. Assim, será possível fazer com que aqueles que são excluídos tenham oportunidades e o país venha a se desenvolver de forma justa.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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A Desigualdade socialno brasil

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GabiNatali , obrigada pela correçã[…]

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