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A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5°, o direito a igualdade como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa as questões da gordofobia na sociedade brasileira, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a perda dos direitos garantidos por lei. É notório, que o Governo é negligente a esses indivíduos, como nos ônibus que as catracas são muito estreitas e isso faz com que tenham que passar por situações desconfortáveis; além dos aviões que hoje em dia estão diminuindo o espaço das poltronas, visando cada vez mais o lucro, ao ter vender mais passagens devido ao aumento de assentos. Nesse sentido, estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde, mostram que 30% da população mundial está acima do peso; e isso revela que mesmo que praticamente metade da população esteja inclusa nesta categoria, nada do que é público ou privado está adaptado para pessoas gordas, e deve-se pagar muito caro para usufruir de espaços reservados para todos.

Ademais, é fundamental apontar o padrão estético irreal criado pela sociedade capitalista como impulsionador da discriminação e dos estigmas associados a pessoas com corpo gordo. Sem dúvida, a maioria dos brasileiros cometem atos de preconceito, muitas vezes velado, ao falar que por a pessoa estar acima desse peso padrão ela é preguiçosa, feia, nojenta, incompetente incapaz, dentre outros insultos absurdos. Desse modo, o preconceito é visível até em vitrines nas lojas de roupas, nas quais apresentam manequins com proporções dificilmente alcançáveis, deixando o psicológico do cliente abalado, ao pensar que não se encaixa ali; e isso vai contra a igualdade garantida pela Constituição.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo, por intermédio de projetos, faça mudanças nas estruturas das cidade — como construir novos assentos confortáveis em automóveis e cinemas, visando o bem-estar dos cidadãos e não somente o lucro — a fim de que pessoas gordas tenham seus direitos respeitados e não passem por essa desvalorização social. Assim, a igualdade sairá da teoria e será praticada na realidade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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