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Segundo o filósofo grego Platão," o importante não é viver, mas viver bem". Logo, para o filósofo, a qualidade de vida é fudamental, fato que, para ele, ultrapassa o valor da própria existência. Contudo, no Brasil hodierno, nota-se uma realidade distinta da idealização platônica, tendo em vista as questões da gordofobia presentes na sociedade brasílica. Diante do exposto, faz-se mister entender como a má influência midiática e o bullyng enraizado unificam-se para propulsão do imbróglio.

Primordialmente, evidencia-se que a padronização de um corpo magro em detrimento do corpulento é uma realidade. Tal cenário pode ser ratificado pelo excesso de produções cinematográficas, propagandas e afins que enaltecem a magreza, colocando-a, muitas vezes, como sinônimo de beleza e saúde, e menosprezam os gordos vinculando-os à morbidez. Acerca disso, Pierre Bordieu, filósofo francês, mostrou-se oposto, pois segundo ele, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Destarte, a valorização das diferenças, por meio do corpo midiático, faz-se necessária para superação do preconceito.

Outrossim, torna-se fulcral compreender que a imagem do indivíduo gordo é, constantemente, satirizada. Nesse sentido, é comum que piadas ofensivas e comentários preconceituosos contra indivíduos corpulentos sejam compartilhados e transmitidos normalmente entre familiares e amigos, o que, por fim, acarreta em problemas danos psíquicos nesses indivíduos. Sobre isso, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria "banalidade do mal", defende que o comportamento preconceituoso passa a ser realizado inconscientemente quando os indivíduos normalizam tal situação. Logo, o debate em sociedade torna-se fundamental para superação dos hábitos nocivos.

Diante dos fatos supracitados, faz-se profícuo que a gordofobia seja combatida no país. Dessa forma, o corpo midiático, responsável pela propagação de informações, deve reproduzir conteúdos de forma mais representativa e democrática, isso pode ser feito por meio da inserção de indivíduos corpulentos,fora do "padrão", em propagandas, filmes e conteúdos em geral, com o fito de desmistificar os corpos gordos e normalizá-los. Além disso, é importante que o Ministério da Saúde, responsável pela promoção da saúde e prevenção de doenças, introduza palestras e debates sociais, por meio de profissionais capacitados, com o fito de conscientizar os cidadãos sobre os impactos da gordofobia na saúde mental das vítimas. Só assim o infortúnio será atenuado e a qualidade de vida, idealizada por Platão, poderá ser vivida.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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