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#42964
Desde 1916, o Brasil passa por várias lutas a fim de estabelecer leis que permitam a adoção de crianças e adolescentes. Atualmente, mesmo com várias conquistas, adotar continua sendo um processo bastante dificultoso. De acordo com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) há cerca de 5 mil crianças efetivamente disponíveis e mais de 46 mil pretendentes, o que leva a pensar que todos encontrariam facilmente um lar. Infelizmente essa não é uma realidade brasileira, fato esse que pode ser motivado pela exigência dos pais adotantes ou pela burocracia estatal.

A princípio, as crianças que são entregues nos abrigos não atendem ao perfil solicitado pela maioria dos pais. Pelo fato de buscarem em especial crianças novas, de pele clara, sem irmãos e completamente saudáveis, o perfilhamento se torna algo complicado. O filme “O Contador de Histórias” retrata a vida de Roberto Carlos Ramos, um garoto deixado na Febem pela mãe, que mesmo tendo um comportamento considerado irreversível pela instituição, cativa uma pedagoga que com muito amor o adota e transforma sua vida. Contrariando a ficção, são poucas as chances de haver pais que não se importem com as características exteriores dos indivíduos que irão adotar. Devido à preferência que foge da realidade da maioria das crianças, os abrigos ficam repletos de órfãos que nunca serão adotadas, restando-lhes apenas esperar atingirem a maioridade.

Além disso, há uma forte burocracia no processo de perfilhamento. São muitos que entram no sistema com condições de serem facilmente adotados, por serem crianças novas, porém o lento processo que há para os papéis ficarem prontos, fazem com que o indivíduo atinja uma idade que ninguém mais o queira acolher. Em decorrência de um procedimento altamente desgastante, os adotantes acabam desistindo. Segundo a CNJ, no estado de Belém há uma demora de mais de 1500 dias para a criança ser colocada para adoção. Por meio de acontecimentos como esse, tanto os pais são afetados como as crianças que vão perdendo a esperança de fazerem parte de uma família.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias a fim de reduzir a dificuldade no processo de adoção. Cabe ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) estabelecer campanhas de conscientização aos adotantes, com cursos preparatórios que incentivem a adoção tardia de crianças fora de padrões sociais, mostrando-lhes a realidade social dos órfãos e a importância do amor de uma família na vida de uma criança. Assim será possível desconstruir preconceitos e preparar a sociedade para um novo padrão familiar.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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Sua nota ficou 800! Espero ter ajudado!

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