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Na Grécia Antiga era bastante plausível o fato de que a beleza estética era sinal de ascensão social dentro do ambiente coletivo, sendo que aqueles que eram mal vistos, ou seja, não tinham uma boa aparência dentro de tal meio de convivência, eram considerados, portanto, inferiores. Nesse viés, tal mentalidade continua a perdurar até os dias atuais, contudo, de maneira a prejudicar a vida dos cidadãos. Ademais, pode-se notar a negligência governamental em propiciar regras morais de uso das redes sociais e o descaso populacional para as consequências causadas pelo empecilho.
À vista disso, deve-se salientar o absentismo de diligências estatais para confutar o problema da negligência governamental em propiciar regras morais de uso das redes sociais. Nessa perspectiva, é notório enfatizar o fato de que o Estado normatiza o problema por considerar que atinge apenas adolescentes, que geralmente tendem a se importar mais com a pressão social, desta forma, intercepta grande parte da população, assim, acentuando mais ainda o contratempo. Esse cenário, segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, caracteriza-se como um dos medos do indivíduo da sociedade pós-moderna que teme ser desconsiderado pelas redes sociais, logo, da sociedade. Sendo assim, é incabível que esse cenário continue a perdurar.
Além disso, é irrecusável apontar o descaso populacional para as consequências causadas pelo empecilho como propulsor do problema no Brasil. Segundo o escritor George Orwell “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a marca”. Nesse contexto, faz-se uma analogia a como a sociedade moderna do século XXI responde ao chamado “consumismo”, que ressalta o fato de que as pessoas compram produtos ou serviços de modo exacerbado, sobretudo, medicamentos e anabolizantes, com o intuito de chegar a tão sonhada utopia da beleza. Assim, de modo não raro, as pessoas, principalmente jovens, recorrem a meios ilícitos para atender a essa pressão da mídia, destarte, evidenciando mais uma patologia social.
Portanto, é imprescindível se opor a esses obstáculos. Para tal, é preciso que o Ministério da Saúde (MS) junto às mídias sociais e ao Poder Legislativo, regulamentem campanhas de ajuda psicológica às pessoas que sofrem com esse problema causado pela pressão das redes sobre esses indivíduos, por intermédio de normas e de regimentos, a fim de conscientizá-los a não usarem tais produtos e assim prevenir futuras sequelas. Outrossim, faz-se vultuoso antená-los a contratar especialistas na área para uma melhor divulgação do problema e, consequentemente, atingir maior parte desses indivíduos necessitados. Dessa forma, espera-se uma maior ascensão social.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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