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#56728
Na série da Netflix "Insatiable", uma garota só se torna popular na escola quando esta magra e, ainda sim, busca o tempo todo validação em concursos de beleza e na sociedade para poder se sentir bem com seu próprio corpo. Ainda assim, fora da ficção, ocorre o mesmo no que tange à gordofobia. Logo, é lícito pustular que os padrões impostos pela indústria da beleza capitalista e a negligência do Estado coadunam-se impedindo sua resolução.
Em entrevista para a revista Galileu, a nutricionista Paola Altheia diz que a partir do momento em que começaram a ser publicadas relações entre problemas de saúde e gordura corporal, pessoas gordas passaram a receber o tripo de acusações que já recebiam. Sob esse viés, uma das principais é que as mesmas não conseguiriam controlar a própria saúde, o que já foi desmentido. Ocorre que, tal atitude reflete no julgamento que exclui, adoece e manipula a população, fazendo-a julgar a saúde de outrem para se sentir melhor consigo.
Ademais, o estado assume culpa na problemática. De acordo com a lei n° 2848 de 1940, é garantido no Artigo 140 detenção ou multa por injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro. Entretanto, tal garantia se apresenta deturpada no hodierno contexto brasileiro, já que, numa sociedade em que indivíduos acima do peso são vistos como anomalias, é comum serem feitas piadas sobre corpos alheios, desrespeitando a lei e a saúde mental alheia, e vermos situações onde pessoas gordas não conseguem passar em catracas em bancos, comprar roupas em lojas de departamentos, sentar em cadeiras em restaurantes e escolas, por exemplo, que denunciam a falta de inclusão. Para tanto, enquanto o Estado se mantiver silenciado, a gordofobia será a voz maior.
Infere-se, portanto, que há a necessidade de criar soluções cabíveis. Dado exposto, cabe ao Governo Federal, órgão responsável por gerir e por organizar a sociedade, por meio das mídias, promover campanhas mostrando que pessoas gordas também podem ocupar espaços sem serem julgadas, com cunho de valorizar os corpos e suas diferenças. Feito isso, o intuito é ajudar as vítimas a amar e aceitar a si próprias. Para que a sociedade seja mais inclusiva e menos preconceituosa.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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