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Em liminaridade historiográfica do século XXI, é dotada de incoerência o abastecimento e proporção alimentar nas instituições de ensino públicas, principalmente estaduais. A relação assíncrona deve, ainda, revelar os elevados índices de desnutrição em regiões digredidas do mapa econômico. Exemplificadamente, é indubitável o distanciamento de crianças e jovens do plano nutricional ofertado pelo Estado. Com criticidade, a análise da problemática incitada denota, bem como contemporiza à divergência da saúde e o aparecimento de doenças provenientes, as quais deveriam ser prostradas pelo governo.
Enumerando a negligência imposta sobre o corpo social, temos que efeitos de carência alimentícia e não suprimento das taxas metabólicas basais (TMB's) diárias de milhões de cidadãos brasileiros no ambiente escolar impliquem, de forma direta, o imbróglio referente as defasagens sofridas pelo organismo humano dos ditos. Correlacionando experimentações já descritas, é introduzido no atual cenário o congestionamento da movimentação de recursos monetários e aplicação não concernente as solicitações populares, divagando dos moldes de investimento capitalista e outrossim, democrático. Aspectos sociopolíticos assumem o prosseguimento, enquanto evidenciam, por conseguinte, o ultraje dos direitos humanos. Com isso, a concentração da economia e garantimentos básicos, obrigatoriamente assentidos pelo politicado, regridem do exercício de suas manutenções e provedorias.
Destarte, engendrando o Artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.", é necessária a participação do poder maior nacional em fundamentar os princípios assegurados na Constituição Brasileira, regozijando à democracia nacional. Partindo da tese apresentada, discorre-se por conseguinte, a partir das deliberações advindas do colaboracionismo político que deverão carecer, em síntese, mediante o ministro e Ministério da Economia brasileiro, a administração eficaz do dinheiro público e verbas para prover e execrar à fome, ademais de proferir uma hermética da vida cidadã, tornando hábil à logística aquisitiva dos instrumentos e componentes que abarquem um ideário saudável aos dependentes.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

vitoriaca , tá bom anjo❤

Iurymed , ei!! Claro! Posso sim. Em breve, ok[…]

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