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Por AlunaIsa17
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#119058
No filme “A menina que roubava livros” é retratado a história de uma criança que durante a segunda guerra mundial encontra refúgio e consolo nos livros que roubava. Neles ela descobre a capacidade dos livros de despertar empatia, coragem e esperança. Esse filme nos mostra a importância da leitura, e como ela pode tirar nossa mente do caos. O analfabetismo infantil no Brasil impede que as crianças tenham essa experiência, além de acarretar uma série de consequências negativas na vida das crianças, como: limitações na vida cotidiana; impacto na empregabilidade e muitas outras.
De acordo com o IBGE, o analfabetismo infantil no Brasil cresceu 66,3% entre crianças na faixa etária entre 6 e 7 anos durante a pandemia. Devido à paralisação das escolas durante esse período pandêmico, crianças de famílias de baixa renda foram limitadas ao acesso à educação. Em primeira análise, evidência-se a limitação na vida cotidiana, gerando dificuldade na realização de tarefas simples do dia a dia, como: ler instruções; compreender avisos; interpretar placas e sinais, entre outras. Essas limitações podem gerar dependências de terceiros e frustrações diante de situações corriqueiras.
A falta de habilidade de leitura e escrita entre criança representa um desafio significativo para o desenvolvimento acadêmico e, posteriormente, para sua inserção no mercado de trabalho, contribuindo para a perpetuação do ciclo da pobreza. Além de que, crianças analfabetas podem se sentir excluídas e com baixa autoestima devido à dificuldade de acompanhar as demandas da sociedade letrada. A falta de acesso à leitura e à escrita limita o acesso a informações, conhecimento e cultura, afetando negativamente a vida social e cultural.
Depreende-se, portanto a adoção de medidas que venham resolver os problemas discutidos. Isto posto, cabe ao governo e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), aumentar os investimentos destinados à educação infantil, direcionando recursos para aquisição de materiais pedagógicos adequados. Além de expandir a oferta de creches e pré-escolas em regiões de baixa renda, para garantir o acesso igualitário à educação desde a primeira infância. Devem ser criados programas de alfabetização. Esses programas devem envolver a participação das famílias, promovendo parcerias entre escola para identificar os alunos que estão com dificuldades. Somente assim, as crianças da atualidade se sentiram conectadas com as palavras, sendo parecidas com a menina que roubava livros. Afinal, casos de analfabetismo infantil no Brasil precisam ser reduzidos.
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COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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