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Parafraseando o grego Sófocles, "nada grandioso entra na vida dos mortais sem uma maldição." Sob esse viés, é evidente que o avanço da tecnologia e a rápida propagação dos meios digitais na sociedade se encaixam no contexto da oração citada, visto os inúmeros benefícios que trouxeram ao mundo que vivemos, assim como os diversos problemas originados por este novo estilo de vida.

A necessidade constante da aprovação de outrem, através de curtidas e reações adversas em publicações, aliado com a prática do exibicionismo, facilita para que o indivíduo se torne dependente daquilo, além de outros riscos que a dependência pode causar, tal qual a distorção da própria imagem, o desencadeamento de diversos distúrbios psíquicos como "deficit" de atenção, transtorno de ansiedade, alguns quadros depressivos, etc; além de outros males que podem prejudicar o indivíduo com questões para além do ambiente online.

Também existe o risco da expôr pessoas em situações de vulnerabilidade ou o compartilhamento público de fotos exibindo cadáveres, tal qual aconteceu com o cantor sertanejo Cristiano Araújo e sua namorada após ambos sofrerem um acidente automobilístico, em junho de 2015. Isto pode configurar um crime, previsto inclusive no Código Penal, podendo resultar em multas e até mesmo em detenção.

Ademais, a superexposição nas redes sociais pode acarretar também em golpes, em razão das possíveis divulgações de dados confidenciais, como nome completo, CPF ou número de telefone na própria rede social das vítimas; ou em caso de crianças que utilizam indevidamente os cartões de crédito/débito dos pais ou responsáveis em compras ou pagamentos de jogos digitais.

Destarte, faz-se imprescindível a atuação do Poder Publico junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia na implementação de propagandas que orientem os cidadãos aos malefícios que a superexposição pode trazer, além da alienação que a mesma pode provocar. Por outro lado, é de suma importância que o Ministério da Educação ofereça aulas gratuitas de informática as escolas, de modo a ensinar as crianças e adolescentes ao que não se deve fazer ou publicar nas redes públicas, com o intuito de diminuir a probabilidade deles se tornarem adultos desinformados desse tema e, ainda assim, poderem usufruir da tecnologia de forma segura.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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