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A obra literária “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, é retratada a vida de uma família que foge da escassez de água e da seca nordestina, a qual vai em busca de melhorias de vida. Logo, o neorrealista, na tentativa de apresentar o cerne daquela época, apresenta também, com verossimilhança, a realidade do Brasil atual, tendo em vista as nefastas consequências da crise hídrica no cenário socioeconômico verde-amarelo. Nesse viés, é fulcral analisar os impactos desse obstáculo, dentre eles os quais se destacam: o aumento da inflação e o crescimento da desigualdade social.
Diante desse cenário, é lícito mencionar que a crise hídrica solidifica o aumento das inflações no cenário social e econômico brasileiro. Nesse sentido, na vigência do Império Romano, os primeiros resquícios de aumento das produções foram presenciadas pelos civis, de modo que os mercadores gananciosos promoveram tal decisão. Dessa forma, fica cristalino - apesar do ínterim e da contemporaneidade - o crescimento exacerbado dos preços dos produtos básicos para sobrevivência da sociedade. Não obstante, diferente da Idade Antiga europeia, tal inchaço é ocasionado pelo estresse hídrico no Brasil, uma vez que a escassez de água motiva o aumento e impactos nos alimentos e nos recursos essenciais para a comunidade tupiniquim. Depreende-se, então, que tais inflações, pela ausência de água, afetam diretamente na diminuição da produção das empresas, o que torna preciso o avolumamento dos preços alimentícios e dos demais setores, simultaneamente, implicam nas populações periféricas - as quais possuem baixa renda. Urge, então, a necessidade de políticas públicas para solução da problemática.
Ademais, cumpre mencionar, ainda, a potencialização da desigualdade social como uma consequência da crise hídrica no cenário social brasileiro. Nesse contexto, a pintura “Retirantes”, do artista Cândido Portinari, apresenta uma família que sai da comunidade devido à miséria e à seca, à procura de sombra e comida. Nesse sentido, a obra que expunha o âmago da realidade de 1944, relata com similaridade, infelizmente, o âmbito hodierno, haja vista que em virtude da falta de água, a corroboração da pobreza, como aborda Portinari, é uma tônica na sociedade do Brasil. Dessarte, isso acontece porque a escassez hídrica mediante a uma parcela civil, fomenta na deterioração da qualidade de vida, fazendo-se mister, então, o aumento de indivíduos desiguais socialmente e sem acesso aos recursos básicos para sobrevivência.
Portanto, torna-se imperioso ações para reduzir os efeitos da crise hídrica no cenário socioeconômico da república federativa. Para tanto, o Ministério da Economia deve distribuir recursos hídricos para as regiões, por intermédio de construções de fontes de hidrelétricas limpas e renováveis, essencialmente, para comunidades periféricas e marginalizadas, com o fito de mitigar a desigualdade social e de promover o bem-estar à civilidade. Outrossim, é dever do Poder executivo frisar sobre a preservação ambiental aos setores econômicos, por intermédio das mídias, como em comerciais televisivos e redes sociais, com o objetivo de remediar a crise hídrica e, assim, não haver possibilidades de inflações em decorrência da falta de água. A fim do território nacional estabilizado, ter-se-á a realidade distanciada da conjuntura preocupante abordada em “Vidas Secas”.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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