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#60390
Crescimento urbano desordenado,falta de saneamento básico,ausência de políticas públicas eficientes,são essas algumas das características marcantes do cenário brasileiro no século XX que corroborou surtos epidêmicos de diversas doenças como varíola,cólera e febre amarela. Nessa conjuntura,surge medidas sanitárias impostas pelo Governo,as quais,apesarem de objetivarem a resolutividade de problemáticas,desagradou grande parcela da população devido à obrigatoriedade da vacinação,sendo caracterizado como um ato autoritário e violento. Entretanto,na sociedade hodierna,mesmo com a modernização dos sistemas de saúde e uma maior eficiência na prevenção e no tratamento de patologias,nota-se uma crescente desvalorização do processo de imunização,visto a expansão do negacionismo científico e a consequente disseminação do movimento antivacina.Dessa forma,é válido ressaltar o retorno de doenças erradicadas como um desafio no panorama moderno.A respeito disso,torna-se crucial analisar tanto a precarização dos serviços públicos de saúde,quanto a responsabilidade/dever do corpo social em zelar pelo bem coletivo.
A princípio,é fulcral destacar o Sistema Único de Saúde (SUS) como um dos melhores planos assistenciais de saúde pública do mundo,destacando recursos cruciais para o bem-estar social,tendo referência as inúmeras campanhas de vacinação realizadas em Todavia,verifica-se que como toda a teoria o SUS também apresenta desafios na concretização de alguns ideais instaurados,valendo-se de que a cobertura vacinal no Brasil está em queda nos últimos anos preocupando autoridades sanitárias que temem o retorno de doenças erradicadas,como foi o caso do sarampo.Dessa forma,salienta-se que apesar de ser oferecido a população como um direito assistencial,muitas pessoas ainda negam a imunização,corroborando uma sobrecarga do sistema de saúde devido ao reaparecimento de doenças que já haviam sido erradicadas.
Além disso, cabe ressaltar que nos últimos anos o movimento antivacina ganhou força no mundo todo, o sensacionalismo midiático auxilia na disseminação de notícias falsas,os membros do movimento questionam a eficácia e a segurança das vacinas de modo a suscitar uma mobilização social.Assim,entram em jogo as liberdades individuais e as consequências do egocentrismo no mundo moderno.Dessa forma,verifica-se que para além de um direito básico as vacinas tem sido pauta no que se refere empatia,haja vista a importância das campanhas de vacinação para além da individualidade destacando a necessidade da imunização em massa.Nesse ínterim, o cientista da Unicamp Luiz Carlos Dias afirma: "Vacinação é uma questão de responsabilidade social", enfatizando-a como ação coletiva tendo como base o respeito à vida.Com isso,realça a importância de se ter a informação como 'arma' contra o problema.
Portanto, como rege a Constituição Federal é direitos de todos os cidadãos a garantia de uma vida digna, sendo dever do Estado assegurar mediante políticas públicas: saúde,educação e segurança.Assim, é imprescindível que o Ministério da Saúde disponha de recursos financeiros para a implementação das ações preventiva,investindo no Programa Nacional de Imunizações (PNI),de forma a alcançar o público alvo e promover uma cobertura integral nas campanhas de vacinação, para que reduza o acometimento da saúde humana e resguarde os direitos constitucionais. Outrossim,cabe ao Ministério da Educação a promoção de programas sociais voltados à propagação do conhecimento acerca de temas controversos,como a vacinação e sua importância, expondo em ambientes públicos debates propositivos, a fim de esclarecer assuntos, sensibilizar a sociedade e desmitificar as ''fake news'' que norteiam as teorias de conspiração que ameaçam a integridade nacional.Dessa forma, atenuar-se-á essa problemática, concretizando os ideais propostos pelo SUS em defesa da vida e do bem-estar social, de modo a desconstruir realidades como aquelas vivenciadas por muitos brasileiros no início do século XX.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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