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Por gabrielalf
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A constituição Federal de 1988- norma maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro- assegura os direitos e o bem estar da população. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra a arquitetura hostil. Verificar se esse preceito é contatado na teoria e não desejavelmente na prática. Dessa maneira é evidente a problemática se desenvolve não só devido à desigualdade social, mas também a inoperância do Estado.
Em primeiro plano, é importante ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade social. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, a desigualdade contribuí para a arquitetura hostil, ao criar espaços inacessíveis, projetados para excluir e afastar determinados grupos sociais. Desse modo faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
De outra parte, a ineficiência estatal também pode ser apontada como promotor do problema. A inoperância do Estado contribui para a arquitetura hostil ao não implementar políticas públicas afim de promover a acessibilidade e a inclusão social na infraestrutura urbana. Isso resulta em espaços inacessíveis e projetados para excluir determinados grupos sociais. Destarte, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a ineficiência do Estado contribui para a perpetuação desse cenário caótico.
Urge, portanto, que é essencial a atuação estatal e social para que tais obstáculos sejam superados. Assim, o Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que, por intermédio do Governo, será revertido em ações para remover elementos hostis, criar um projeto social com objetivo de ajudar grupos sociais que sofrem com isso. Dessa forma, o preceito constitucional será solidificado no Brasil.
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