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Por Bruna444
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O filósofo Tommaso Campanella, em seu livro "A Cidade do Sol", representa uma civilização perfeita e isenta de conflitos e problemas. Tal obra fictícia mostra-se distante da realidade contemporânea no que diz respeito aos desafios para o combate da arquitetura hostil, problema ainda a ser combatido no Brasil. Esse panorama lamentável ocorre não apenas em razão da exclusão social, mas também em decorrência do forte conceito de políticas higienistas aplicadas nesse estilo de arquitetura. Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter as problemáticas supracitadas.
Sob essa perspectiva, entende-se que a exclusão é um fator crucial para a existência do entrave na sociedade, pois esse problema é ocasionado por uma estratégia de design cunhada para limitar o comportamento humano, e os principais afetados por este estilo de arquitetura são os sem-teto. Nesse sentido, segundo Clarice Lispector, não basta existir se não houver pertencimento para a comunidade, esse grupo de indivíduos torna-se excluído. Nesse ponto de vista, esse estilo de obra foi arquitetado para segregar a parcela de moradores de rua em situação de vulnerabilidade social. Dessa forma, nota-se que a problemática, lamentavelmente, tornou-se cotidiana e a repressão de moradores de rua por meio de uma arquitetura exclusiva persiste na sociedade brasileira.
Outrossim, é determinante enfatizar que as políticas higienistas acentuam o impasse, em decorrência de sua proposta responsável por disseminar a higiene moral da sociedade, pois, em sua grande maioria, são fundamentadas na limpeza forçada de pessoas sem moradia que habitam pontos populosos das cidades. Segundo o bispo e pedagogo Júlio Lancellotti, a lotação de pessoas em situação de rua não irá mudar enquanto essas pessoas não tiverem outras alternativas que não sejam viver nas ruas. Diante desse fato, a problemática continuará de forma determinante socialmente, fomentando ainda mais a existência de atitudes repressivas aplicadas nessa classe.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esses impasses. Logo, faz-se necessário que o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – responsável pela articulação de políticas de promoção e proteção dos cidadãos – crie projetos sociais que resgatem estes indivíduos sem lar, criando um programa social efetivo que garanta um panorama integrado de saúde, emprego remunerado e acesso à educação de qualidade, resgatando suas cidadanias. Dessarte, espera-se com isso que o país e a comunidade se desenvolvam e possam promover o bem para todos, como defende a República Federativa do Brasil.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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