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Por Belaenem
#52281
O Brasil tem pouco a comemorar no Dia Nacional da Alfabetização, 14 de novembro. Ainda que o número de analfabetos tenha diminuído de forma significante nos últimos anos, o analfabetismo funcional continua assombrando a população brasileira. Esse analfabetismo afeta tanto as pessoas que não tiveram uma educação acadêmica adequada como quem está cursando o ensino superior, desmistificando a ideia de que ele estaria estritamente relacionado ao nível de escolaridade dos cidadãos.

Segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), desenvolvido pelo Instituto Paulo Montenegro em parceria com a ONG Ação Educativa, a alfabetização pode ser classificada em quatro categorias: analfabetos, alfabetizados rudimentarmente (analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e em nível pleno (sendo os dois últimos compreendidos de indivíduos alfabetizados funcionalmente). O Inaf examina as habilidades de leitura, de escrita e de matemática dos brasileiros entre 15 e 64 anos de idade. Em uma pesquisa recente, efetuada em 2018, 29% do povo brasileiro têm dificuldades para interpretar textos e resolver questões simples de matemática que podem advir no dia a dia. Parte do número de analfabetos funcionais procede o abandono escolar em massa dos estudantes, seja por necessidade de trabalhar, escassez de recursos financeiros, gravidez ou, até mesmo, desinteresse.

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de investimentos na educação da nação brasileira. Um caminho explícito e essencial é a valorização dos professores. E de acordo com os artigos 23 e 211 do texto constitucional, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios têm de se organizar em regime de colaboração para a oferta da Educação. Destarte, os citados devem incentivar os estudantes à educação e investir na formação de professores que saibam alfabetizar e formar não apenas uma multidão capaz de ler, mas cidadãos qualificados para ler e criticar o que está sendo tratado. E como dizia Francis Bacon “O conhecimento é em si mesmo um poder”.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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