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Por faelaaborges
#50428
Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo durante o período da ditadura no país, estava certo ao dizer: “O Brasil é feito por nós, só falta desatar os nós”. Nesse sentido o analfabetismo digital se apresenta como um dos nós a serem desatados. Essa perspectiva seja pela falta de educação tecnológica, seja pela falta de acessibilidade a aparelhos tecnológicos, o descaso com a incompreensão do uso da internet, continua afetando de forma negativa o cotidiano brasileiro, o que exige reflexão urgente.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o desconhecimento digital deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, é evidente o vasto número de pessoas que não possui o mínimo conhecimento a rede de internet, de tal forma sendo restringidos de serem incluídos na “cidadania digital”. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é fundamental apontar a inacessibilidade a aparelhos tecnológicos em relação a camada social mais pobre como impulsionadora da ausência dos saberes digitais no Brasil. De acordo com o educador Darcy Ribeiro, “O Brasil, último país acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso”. Diante de tal exposto, é notório a influência da desigualdade social neste cenário o que ocasiona a difusão de pessoas leigas em questões digitais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo junto ao ministério da educação e infraestrutura, por intermédio de parcerias público-privadas, venham promover educação digital nas escolas, dispositivos wifi grátis para a população carente de internet, aparelhos tecnológicos mais acessíveis e propagandas instrucionais a fim de incluir cada vez mais pessoas na “cidadania virtual”. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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