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#51155
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o analfabetismo funcional, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ineficiência do Poder Público no que se refere a educação de qualidade. Nesse sentido gera-se uma falha na responsabilidade da capacitação dos docentes, fator inerente na formação profissional e educacional do indivíduo. Essa conjuntura, segundo as idéias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem dos direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental pontuar a forma que o ensino é estabelecido, baseado em práticas jesuítas, em que o aluno é obrigado a decorar a matéria ao invés de aprender na teoria, como impulsionador do analfabetismo funcional. Segundo o pedagogo Rubem Alves "há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas", ou seja, existem instituições que preparam e capacitam e há aquelas que prendem do conhecimento. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se , portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de mídias publicitárias na televisão e nas redes sociais, apresente conteúdos educativos sobre variados temas, em horários estratégicos ao longo do dia, com o fito de alcançar um maior público e mudar a forma de aprendizado. Assim, se consolidará uma sociedade mais educada, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social" tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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