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#84538
A saída de crianças e jovens das escolas ainda é um problema que persiste no cenário brasileiro. Embora a Constituição Federal, promulgada em 1988, garanta o acesso à educação de qualidade, muitos alunos, contudo, não conseguem usufruir de tal direito em razão de problemas sociais relacionados, principalmente, à baixa renda de suas famílias. Entraves como a busca pela complementação da renda familiar, por parte do aluno, bem como a ausência de políticas públicas em localidades periféricas, corroboram para o afastamento gradual das atividades escolares, chegando ao caso, infelizmente, do abandono.

Em primeira análise, convém destacar que a baixa renda é um fator segregador da sociedade, pois impede a vivência plena do ambiente educacional. Em um país onde quase 100 milhões de pessoas recebem menos que um salário mínimo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), torna-se frequente a evasão escolar, especialmente no ensino médio, para o ingresso no trabalho; visando amparar seus familiares com as despesas do lar. Essa fuga momentânea com cunho financeiro na infância e adolescência, gera-se, consequentemente, pessoas menos instruídas; favorecendo, portanto, a continuidade de uma classe de baixa renda.

Além disso, a falta de políticas públicas voltadas para a educação - transporte, alimentação, ambiente digno de estudo, bolsa estudantil – sobretudo em regiões afastadas de grandes centros, como áreas rurais e periféricas, que são regiões mais carentes de investimento público, acabam resultando no agravamento das evasões. Uma vez que, sem qualquer política assistencialista que possa garantir o mínimo de permanência ao aluno e atratividade pelo ensino, a escolha pelo trabalho prematuro não se faz tão difícil. Isso, além de fortalecer a evasão escolar, cria “bolhas de pobreza” em tais regiões, dado uma população menos instruída.

Portanto, em virtude dos fatos mencionados, a baixa renda, comum a grande parte dos brasileiros, possui ligação direta com a evasão escolar, que leva, consequentemente, a continuidade desse cenário. Além disso, a ausência de políticas públicas por parte do Estado, não só corrobora, também, para a evasão, como favorece o empobrecimento das localidades que se encontram.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#84556
Nossa! Que melhora substancial! :D Meus parabéns! Continue a fazer mais redações como essa! A única coisa que alteraria, nem seria correto o termo "alteraria" por mim, mas acrescentaria, pois acredito que faltou de sua parte, é a exemplificação no segundo parágrafo. Pense comigo, para um leitor leigo, o que é políticas públicas? Quais são exemplos dessas políticas públicas? quais são essas "política assistencialista" que você diz no texto? Sem exemplos concretos, o texto para o leigo fica sem nexo. É mesma coisa eu dizer a um estrangeiro : "O fim da corrupção trará benefícios imediatos ao Brasil." E deixar essa frase no ar. O ouvinte se indagará : "Que corrupção que esse comédia está falando?". Aí tu exemplifica com a operação Lava-Jato, o Mensalão, etc. Ficou concreto o texto, ficou concreto para o avaliador, sua redação deixa de ser rasa e demostra que você vive e viveu e conhece realmente o que é corrupção, não somente sabendo criar afirmativas irrisórias. Afirmar que algo é ruim é fácil, ou melhor, afirmar que o número 2017 é primo é fácil. Basta eu ler uma tabela de números primos e descobrir se ele é ou não. Agora, você sabe o porquê ele é primo? Aí você entrará com os exemplos, demostrando seu conhecimento. "Com base na teoria dos números primos, iniciando o processo de decomposição em fatores primos etc etc ... , dessa forma é provado que 2017 é primo."

Assim, é provado que afirmar algo é fácil, demonstrar com exemplos, com seus conhecimentos já não é. Assim, no segundo parágrafo, eu acrescentaria exemplos, talvez falando sobre a criação da política publica do Prouni em 2005 e seu impacto na população de baixa renda ao acesso à educação superior, em que houve o aumento de 25% no número de estudante entre 18 a 25 nos seus primeiros 10 anos etc etc ... ou falar do mais simples mesmo, o bolsa família e seus impactos na educação, falando sobre a população rural em que não seria mais necessário que o filho trabalhasse no campo e pudesse ser enviado à escola.

Por fim, gostei muito de sua redação. Espero que continue a fazer redações, pois também adquiro conhecimento com essas correções e caso vocês evoluírem, os corretores também evoluirão. Então, mantenha o foco e faça mais redações. Pode me marcar nos comentários das redações que queira que eu corrija, @bolsonaro2018 Tmj!
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