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Por joelaraujof
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No livro "Cinco anos sem chover" do autor Lino de Albergaria, é retratada a história de Raimundinho, uma criança do Nordeste brasileiro que vive em condições de extrema insalubridade sanitária. Semelhantemente, a precariedade vivida pelo protagonista espelha o cenário atual vivido por milhões de brasileiros, os quais, carecem do chamado saneamento básico. Dessa forma, cabe analisar os alicerces que sustentam a problemática, a saber, a falibilidade estatal e a social.
De início, deve se discutir acerca do descaso estatal para com a população no âmbito do saneamento básico. Nesse viés, é pertinente rememorar que o direito à saúde e a um ambiente ecologicamente equilibrado são direitos sociais previstos na Constituição Federal. Entretanto, embora medidas sejam tomadas, o Instituto Trata Brasil afirma que mais de 35 milhões de pessoas no Brasil não possuem acesso à água potável e, mais de 100 milhões de cidadãos não recebem o tratamento devido de esgoto, o que reforça tal negligência governamental. Portanto, a atuação do Estado no asseguramento dos direitos supracitados deve ser mais efetiva.
Além disso, a sociedade civil atua como maximizadora do revés em virtude da ineficácia estatal. Nessa lógica, a Europa Medieval viveu um cenário semelhante na epidemia da Peste Negra, quando o corpo social da época, marcado pela manutenção de hábitos nocivos à saúde e pela falta do saneamento básico oferecido pelo seu Estado, sofreu um grande extermínio populacional. Nesse sentido, a sociedade brasílica assemelha-se com os indivíduos medievos, dado que, indubitavelmente, a população é extremamente poluidora e a coleta de lixo ainda é desconhecida para mais de 20 milhões de pessoas na Nação, como aponta o IBGE, o que acarreta na poluição do ambiente e o torna alvo de microrganismos mortíferos. Posto isso, urge que o corpo social preserve o seu meio.
Mediante ao exposto, o Estado brasileiro e o corpo social precisam trabalhar conjuntamente para estabilizar o quadro do saneamento básico e a higiene ambiental. Para tanto, o Tribunal de Contas da União deve destinar verbas, por intermédio do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), que serão revertidas na ampliação do Plano de Saneamento Básico (PLANSAB) e, execução de campanhas sociais com o apoio popular, com o fito de higienizar os espaços públicos. Destarte, os indivíduos brasileiros se distanciarão das condições do menino Raimundinho.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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Por Peverton
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#121825
[sugestão]
(Erros)

D1= A argumentação foi meio superficial, pode aprofundar melhor nas ideias.
conclusão= ausência de detalhamento.

No livro "Cinco anos sem chover" do autor Lino de Albergaria, é retratada a história de Raimundinho, uma criança do Nordeste brasileiro que vive em condições de extrema insalubridade sanitária. Semelhantemente, a precariedade vivida pelo protagonista espelha o cenário atual vivido por milhões de brasileiros, os quais, carecem do chamado saneamento básico. Dessa forma, cabe analisar os alicerces que sustentam a problemática, a saber, a falibilidade estatal e a social. [sustentam a problemática: a falibilidade estatal e o descaso social]

De início[Diante desse cenário,], deve se discutir acerca do descaso estatal para (tirar "para") com a população no âmbito do saneamento básico. Nesse viés, é pertinente rememorar que o direito à saúde e a um ambiente ecologicamente equilibrado são direitos sociais previstos na Constituição Federal. Entretanto, embora medidas sejam tomadas, o Instituto Trata Brasil afirma que mais de 35 milhões de pessoas no Brasil não possuem acesso à água potável e, mais de 100 milhões de cidadãos não recebem o tratamento devido de esgoto, o que reforça tal negligência governamental. Portanto, a atuação do Estado no asseguramento dos direitos supracitados deve ser mais efetiva.

Além disso, a sociedade civil atua como maximizadora do revés em virtude da ineficácia estatal. Nessa lógica, a Europa Medieval viveu um cenário semelhante na epidemia da Peste Negra, quando o corpo social da época, marcado pela manutenção de hábitos nocivos à saúde e pela falta do saneamento básico oferecido pelo seu Estado, sofreu um grande extermínio populacional. Nesse sentido, a sociedade brasílica assemelha-se com os indivíduos medievos, dado que, indubitavelmente, a população é extremamente poluidora e a coleta de lixo ainda é desconhecida para mais de 20 milhões de pessoas na Nação, como aponta o IBGE, o que acarreta na poluição do ambiente e o torna alvo de microrganismos mortíferos.

Posto isso, urge que o corpo social preserve o seu meio. Mediante ao exposto, o Estado brasileiro e o corpo social precisam trabalhar conjuntamente para estabilizar o quadro do saneamento básico e a higiene ambiental. Para tanto, o Tribunal de Contas da União deve destinar verbas, por intermédio do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), que serão revertidas na ampliação do Plano de Saneamento Básico (PLANSAB) e, execução de campanhas sociais com o apoio popular, com o fito de higienizar os espaços públicos. Destarte, os indivíduos brasileiros se distanciarão das condições do menino Raimundinho.
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