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Por Emanuely13
#54377
Segundo a Lei da Inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne a ajuda humanitária e as dificuldades enfrentadas para mantê-la ativa. Dentre os inúmeros motivos que levam aos atritos para dar assistência a pessoas em situação de risco, é incontestável que a falta de recursos financeiros, e, a ausência de segurança a quem presta os serviços são grandes empecilhos. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
Em primeiro plano, a dificuldade para se arrecadar recursos financeiros corrobora o problema. É fato que a arrecadação de meios para a ajuda não cresce no mesmo ritmo que os conflitos. Diante disso, com o aumento periódico de catástrofes, problemas sociais, desastres e crises, a arrecadação (principalmente financeira) fica incompatível com a demanda necessária, pois tais fatores afetam quem disponibiliza tais recursos, e quem se beneficia com tal. Dessa forma, é colocado em risco programas e operações de assistência e o bem estar de quem precisa deles para sobreviver.
Ademais, a falta de segurança aos trabalhadores contribui para ocorrência do problema. Isso se confirma ao se analisar as áreas onde ocorrem ações humanitárias; são áreas remotas, com pouca segurança e marcada por catástrofes naturais ou conflitos armados. Uma trágica consequência da falta de segurança foram as vítimas fatais da ONG Médicos Sem Fronteiras, onde muitos profissionais foram mortos durante bombardeios na Síria e no Afeganistão. Assim, o medo e as dificuldades se tornam inimigos de muitos, deixando cada vez mais vítimas, mais uma vez, pela falta de recursos para quem presta e para quem recebe apoio.
Logo, a fim de mitigar o problema é preciso que: o Estado por seu caráter abarcativo deverá fornecer meios para que todos aqueles que prestam ajuda humanitária cheguem com segurança ao seu destino, por intermédio de melhorias nas estradas, recursos para transitar entre um lugar e outro, equipes de segurança e profissionais capacitados para encontrar alternativas para alcançar aqueles em situações mais críticas; e a mídia, através do seu alcance, deverá veicular campanhas para arrecadação de recursos para ajudar ONGs e/ou pessoas em situações de risco periodicamente. Somente assim, tirando as pedras do meio do caminho as ações humanitárias serão mais frequentes e terão menos empecilhos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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