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#41624
No filme "O Pequeno Stuart Little", Stuart era um rato que fora abandonado e vivia em um orfanato até ser adotado pela família Little. Saindo da ficção, crianças que aguardam por adotantes em abrigos nem sempre possuem finais felizes. Filas de espera enormes e um grande número de indivíduos sem lar caracterizam o cenário da adoção e abandono no Brasil. Dessa forma, este deveria ser um processo rápido e justo, porém, não é o caso. Fica evidente assim, a urgência para resolve esta problemática.

Em 1916, a adoção ganhava suas primeiras regras formais no Brasil, pelo Código Civil. Entretanto, ainda bastante arcaico passou a ser aprimorado com o tempo, tornando-se esse sistema bastante burocrático. Isto é, o processo veio a ser demasiadamente demorado e lotado de entraves, ao ponto de algumas famílias acabarem desistindo. Dessa forma, é notável como a infância encontra-se invisibilizada, pois, quanto maior o tempo de espera por um lar, maiores são as chances de essas crianças e adolescentes crescerem de forma marginalizada. Uma vez que, em orfanatos ou nas ruas, eles perdem sua individualidade e são tratados como "mais um". É evidente como essa condição de vida causa um impacto psicológico nesses indivíduos correspondente ao sentimento de rejeição, podendo a vir acompanhado de revolta.

Contudo, caminhamos lentamente em direção a uma solução para o problema. Segundo o cantor e compositor Bob Marley, enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra. Decerto, isso se aplica também quando o assunto é adoção, dado que crianças pardas e negras ainda sofrem alto índice de rejeição. Isto é, as famílias -em sua maioria- procuram por garotas brancas de até 3 anos de idade, sendo o CNA(Cadastro Nacional de Adoção). Desse modo, enxergamos como o Brasil ainda possui uma visão idealizada do apadrinhamento, fugindo ou ignorando o que está fora dos padrões. Logo, incentivos para os que sofrem essa realidade são de muita necessidade.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. Para isso, a Vara da Infância e da Juventude deve agir juntamente com a Defensoria Pública em busca de adiantar o processo. Depois de entrevistas e verificações de documentos dos candidatos a adotantes, as crianças poderiam ser levadas para as suas novas residências o mais breve possível. Porém, com um acompanhamento de assistentes sociais semanalmente. Visto que, esses funcionários cuidariam da adaptação até a ação estar finalizada, garantindo o bem estar de ambos os lados. Para os que optassem pela adoção tardia e de negros, preferências poderiam ser dadas com o intuito de incentivar. Ter uma família é direito da criança.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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