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“Por ser mulher, parece que você vive de forma transparente. Eles te interrompem, não ouvem suas ideias”, frase dita por Márcia Cristina Bernardes Barbosa. Nos últimos anos, encontra-se uma grande dificuldade para as mulheres serem vistas e reconhecidas na ciência. Dessa forma, tende-se a ter como consequência, um grande desequilíbrio entre os gêneros em relação a essas carreiras científicas. Todavia, quais são essas dificuldades?
Conforme os resultados do Open Box da Ciência destaca-se que ainda se tem um grande desequilíbrio de gênero no acesso à ciência no Brasil: dos 77,8 mil pesquisadores brasileiros com doutorado, 59,69% são homens e 40,3% são mulheres. Isso ocorre por vários fatores coma a insegurança de emprego, uma grande exigência na dedicação, que muitas vezes acaba atrapalhando a vida familiar da mulher, estereótipos como, por exemplo, na área Ciências da vida, que se associa à saúde, é onde há um grande número de mulheres, reforçando que elas são cuidadoras, dessa forma, essas questões acabam desencorajando elas a investirem na carreira de cientista.
Além disso, segundo o comitê científico da área de física do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), há apenas 10% de mulheres na sua composição. As dificuldades que as mulheres passam ocorrem na maioria das vezes por conta dos da cultura, influência da família e da escola, exercendo assim um papel importante para que elas não optarem por escolherem as carreiras científicas, por esses motivos há uma grande falta de modelos femininos em altas posições científicas, não dando exemplos para as outras mulheres entrarem nessas profissões.
Tendo em vista os fatos que foram mencionados anteriormente, cabe a Escola se juntar com as Mídias Sociais para divulgarem palestras, anúncios, campanhas dá importância a igualdades de gêneros, para que assim, encorajam-se as mulheres a fazerem o'que elas bem entenderem sem sofrerem preconceitos. Por conseguinte, convém também ao Ministério da Justiça criar leis mais rígidas para que não ocorra situações de superioridades de homens em empresas, para deste modo as mulheres serem vistas e reconhecidas pelos seus méritos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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