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Ao longo de toda história brasileira, diversos entraves foram encontrados na tentativa de desenvolvimento da nação. Dentre eles, destaca-se, devido a sua recorrência na conjuntura hodierna, a violência doméstica. A partir de uma análise desse panorama lamentável, percebe-se que ele está vinculado não só à falta de concretização de leis, mas também à ineficácia do Estado na solução de infortúnio.
Em primeira análise, é inegável a ineficiência das autoridades na resolução dessa problemática, visto que ele persiste no contexto atual. Segundo ao sociólogo iluminista John Locke esse fato configura uma quebra de contrato social, uma vez que ao revogar o "Estado da Natureza"–momento em que o homem não é obrigado a seguir as leis e tem total liberdade–, com objetivo de ser governado pelo Estado, os cidadãos esperam que esse amenize as mazelas sociais e promova a igualdade de direitos a todos, o que não ocorre atualmente no Brasil. Desse modo, o contrato é diariamente quebrado, posto que o número de vítimas da violência doméstica apenas aumentam, o que faz com que o corpo social mais segregado se torna cada vez mais vulnerável. Logo, é indiscutível que essa situação apenas intensifica-se, porquanto o governo não age em prol da resolução dela.
Outrossim, a escassa concretização das leis que asseguram proteção das vítimas contribui para o agravamento da violência doméstica. O escritor da obra "O cidadão de papel", Gilberto Dimenstein, reflete que nem sempre as leis presentes nos documentos oficiais nacionais são cumpridas, desencadeando uma realidade em que os indivíduos são reconhecidos e aparados pelo Estado apenas no papel. Este pensamento está vinculado a falha concretização de leis, embora nosso país possua uma das legislações mais avançadas, na qual grande parte da população está submetida. Nesse contexto, é essencial superar esses paradigmas que prejudicam diversos indivíduos.
Portanto, cabe ao Poder Executivo– órgão responsável por governar o povo e administrar os interesses públicos– desenvolver projetos do governo que informem a sociedade sobre a importância de agir para garantir a inexistência ou desconstrução da violência doméstica. Essa medida deve ser realizada por meio de debates oferecidos por profissionais que estudam dados estatísticos sobre o problema. Com a realização dessas medidas, haverá um futuro mais justo e humano.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

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eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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