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Por Weliton
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#100771
Na obra "O espírito das Leis", Montesquieu enfatizou ser preciso analisar as relações sociais existentes em um povo para, assim, aplicar as leis e abonar o progresso coletivo. No entanto, ao observar a violência contra a pessoa idosa no Brasil, certifica-se de que a teoria do filósofo diverge da realidade contemporânea, uma vez que essa questão não é atrelada somente na dificuldade financeira, fato o qual impede a ascensão do Estado brasileiro. Nesse viés, é imprescindível enunciar os aspectos socioculturais e a insuficiência legislativa como os pilares fundamentais da chaga.
É importante considerar, antes de tudo, o fator grupal. Conforme o pensador Jurgen Habermas, a razão comunicativa - ou seja, o diálogo - constitui etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate a respeito do grande índice de idosas sendo violentadas, tanto fisicamente quanto psicologicamente, todavia, coíbe o poder transformador da deliberação e, consequentemente, ocasiona a exclusão de uma parcela da população dada como inexistente ao Estado. Dessarte, discorrer criticamente sobre a problemática, pois, é o primeiro passo para a consolidação do progresso sociocultural habermaseano.
Ademais, merece destaque o quesito constitucional. Assim, conforme o filósofo Jean - Jacques Rousseau, os cidadãos cedem parte da liberdade adquirida na circunstância natural para que o Estado garanta direitos intransigentes. A violência contra a pessoa idosa no Brasil, entretanto, contrasta a concepção na medida em que embora o Governo forneça o acesso às diretrizes da Constituição Federal, o que se observa na prática é que esse entrave continua a pendurar, tanto pela falta de auxílio quanto pela falta da valorização de anúncios diante o grande percentual de denúncias de violência contra o idoso. Dessa forma, ações precisam ser executadas pelas autoridades competentes com o fito de dirimir o revés. 
Entende-se, portanto, a temática como sendo um obstáculo intrínseco de raízes culturais e legislativas. Para isso, é preciso que o Estado brasileiro promova melhorias no Ministério dos Direitos Humanos. Nessa óptica, a sociedade civil precisa organizar manifestações coletivas e públicas contra à violência diante a pessoa idosa. Essa ação pode ser realizada com a divulgação das pautas do movimento e a indicação do horário e dos locais de concentração, tudo publicado e compartilhado em redes sociais, pois, são plataformas de amplo alcance nacional. Desse modo, com a deliberação de Habermas e a justiça de Rousseau, a sociedade terá seu papel social concretizado, como enfatizou Montesquieu.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por Weliton
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#100773
Na obra "O espírito das Leis", Montesquieu enfatizou ser preciso analisar as relações sociais existentes em um povo para, assim, aplicar as leis e abonar o progresso coletivo. No entanto, ao observar (TEMA), certifica-se de que a teoria do filósofo diverge da realidade contemporânea, uma vez que essa questão não é atrelada somente na dificuldade financeira, fato o qual impede a ascensão do Estado brasileiro. Com efeito, é imprescindível enunciar os aspectos socioculturais e a insuficiência legislativa como os pilares fundamentais da chaga.
É importante considerar, antes de tudo, o fator grupal. Conforme o pensador Jurgen Habermas, a razão comunicativa - ou seja, o diálogo - constitui etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate a respeito (TEMA), todavia, coíbe o poder transformador da deliberação e, consequentemente, ocasiona a exclusão de uma parcela da população dada como inexistente ao Estado. Dessarte, discorrer criticamente sobre a problemática, pois, é o primeiro passo para a consolidação do progresso sociocultural habermaseano.
Ademais, merece destaque o quesito constitucional. Assim, conforme o filósofo Jean - Jacques Rousseau, os cidadãos cedem parte da liberdade adquirida na circunstância natural para que o Estado garanta direitos intransigentes. (COLOCA O TEMA), entretanto, contrasta a concepção na medida em que embora o Governo forneça o acesso às diretrizes da Constituição Federal, o que se observa na prática é que esse entrave continua a pendurar, tanto pela falta de auxílio quanto pela falta da valorização de anúncios sobre (TEMA). Dessa forma, ações precisam ser executadas pelas autoridades competentes com o fito de dirimir o revés. 
Entende-se, portanto, a temática como sendo um obstáculo intrínseco de raízes culturais e legislativas. Para isso, é preciso que o Estado brasileiro promova melhorias no (MINISTÉRIO). Nessa óptica, a sociedade civil precisa organizar manifestações coletivas e públicas contra (TEMA). Essa ação pode ser realizada com a divulgação das pautas do movimento e a indicação do horário e dos locais de concentração, tudo publicado e compartilhado em redes sociais, pois, são plataformas de amplo alcance nacional. Desse modo, com a deliberação de Habermas e a justiça de Rousseau, a sociedade terá seu papel social concretizado, como enfatizou Montesquieu.
Weliton escreveu:Na obra "O espírito das Leis", Montesquieu enfatizou ser preciso analisar as relações sociais existentes em um povo para, assim, aplicar as leis e abonar o progresso coletivo. No entanto, ao observar a violência contra a pessoa idosa no Brasil, certifica-se de que a teoria do filósofo diverge da realidade contemporânea, uma vez que essa questão não é atrelada somente na dificuldade financeira, fato o qual impede a ascensão do Estado brasileiro. Nesse viés, é imprescindível enunciar os aspectos socioculturais e a insuficiência legislativa como os pilares fundamentais da chaga.
É importante considerar, antes de tudo, o fator grupal. Conforme o pensador Jurgen Habermas, a razão comunicativa - ou seja, o diálogo - constitui etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate a respeito do grande índice de idosas sendo violentadas, tanto fisicamente quanto psicologicamente, todavia, coíbe o poder transformador da deliberação e, consequentemente, ocasiona a exclusão de uma parcela da população dada como inexistente ao Estado. Dessarte, discorrer criticamente sobre a problemática, pois, é o primeiro passo para a consolidação do progresso sociocultural habermaseano.
Ademais, merece destaque o quesito constitucional. Assim, conforme o filósofo Jean - Jacques Rousseau, os cidadãos cedem parte da liberdade adquirida na circunstância natural para que o Estado garanta direitos intransigentes. A violência contra a pessoa idosa no Brasil, entretanto, contrasta a concepção na medida em que embora o Governo forneça o acesso às diretrizes da Constituição Federal, o que se observa na prática é que esse entrave continua a pendurar, tanto pela falta de auxílio quanto pela falta da valorização de anúncios diante o grande percentual de denúncias de violência contra o idoso. Dessa forma, ações precisam ser executadas pelas autoridades competentes com o fito de dirimir o revés.
Entende-se, portanto, a temática como sendo um obstáculo intrínseco de raízes culturais e legislativas. Para isso, é preciso que o Estado brasileiro promova melhorias no Ministério dos Direitos Humanos. Nessa óptica, a sociedade civil precisa organizar manifestações coletivas e públicas contra à violência diante a pessoa idosa. Essa ação pode ser realizada com a divulgação das pautas do movimento e a indicação do horário e dos locais de concentração, tudo publicado e compartilhado em redes sociais, pois, são plataformas de amplo alcance nacional. Desse modo, com a deliberação de Habermas e a justiça de Rousseau, a sociedade terá seu papel social concretizado, como enfatizou Montesquieu.
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