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#76461
​​​Criada para garantir o direito feminino, a Lei Maria da Penha prevê ​​​o combate a violência doméstica e familiar, garantindo a punição aos agressores e a proteção da mulher agredida. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, na prática, quando se trata da violência contra a mulher na sociedade, dificultando a universalização desse direito social de grande importância. Diante a essa situação, convém analisar as principais causas desse fenômeno no Brasil que são a negligência estatal e o silenciamento.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar que a irresponsabilidade governamental faz pendurar a questão. Dessa maneira, é indubitável, que mesmo havendo leis, a falta de providências do governo na área da segurança a favor das mulheres contribui com o aumento de ataques contra a mulher no Brasil, dado que, é visível a ausência de punições mais rigorosas para o agressor, assim como a falta de medidas protetivas eficientes, ocasionando infelizmente, o aumento gradual de ataques e por consequência o feminicídio. Essa conjuntura, com base na teoria do filósofo inglês John Locke, configura-se como uma violação do "Contrato Social", visto que, o estado não cumpre com sua função de garantir o bem-estar dos cidadãos, especificamente cidadãs. Por conseguinte, fazem-se necessárias mudanças urgentes dessa postura estatal.
Em paralelo, cabe-se salientar que o descaso social é causa latente na problemática. Esse fator acontece porque, com base nas palavras da filósofa paulistana Djamila Ribeira, é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que tais soluções sejam promovidas.
Ademais, a população não concede a importância do pronunciamento sobre a violência contra a mulher no território brasileiro, fazendo com que as demais vítimas, com receio de se pronunciar aguentem caladas. Diante a isso, é preciso tirar essa questão da indiferença social para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Depreende-se, por tanto, solucionar o problema. Para isso, é fundamental que o Ministério da justiça em parceria com o Governo, crie um projeto nas mídias centrais por meio de campanhas de conscientização contra a violência em canais abertos de televisão e em redes sociais, no qual incentive as pessoas a denunciarem. Paralelamente, o poder legislativo - em todas as suas esferas - deve implantar uma reforma Nacional de leis a favor da mulher reforçando a lei Maria da penha, por intermédio de palestras e apoio piscicologico para quem já foi alvo da violência doméstica em todos os 5570 municípios brasileiros, para que atinja toda a população no âmbito social. Isso será realizado com a finalidade de construir um país que consiga, de fato, tornar-se seguro para a população feminina. Só assim, será possível, garantir um futuro melhor dessa nação.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#76487
​​​Criada para garantir o direito feminino, a Lei Maria da Penha(,) prevê ​​​o combate a violência doméstica e familiar, garantindo a punição aos agressores e a proteção da mulher agredida. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, na prática, quando se trata da violência contra a mulher na sociedade, dificultando a universalização desse direito social de grande importância. Diante a essa situação, convém analisar as principais causas desse fenômeno no Brasil que são a negligência estatal e o silenciamento.
*Faltou só a vírgula.

Em primeiro plano, deve-se ressaltar que a (irresponsabilidade - eu trocaria essa palavra pq é uma ofensa e colocaria inocência/ omissão/despreso)governamental faz pendurar a questão. Dessa maneira, é indubitável, que mesmo havendo leis, a falta de providências do governo na área da segurança a favor das mulheres contribui com o aumento de ataques contra a mulher no Brasil, dado que, é visível a ausência de punições mais rigorosas para o agressor, assim como a falta de medidas protetivas eficientes, ocasionando infelizmente, o aumento gradual de ataques e por consequência o feminicídio. Essa conjuntura, com base na teoria do filósofo inglês John Locke, configura-se como uma violação do "Contrato Social", visto que, o estado não cumpre com sua função de garantir o bem-estar dos cidadãos, especificamente cidadãs. Por conseguinte, fazem-se necessárias mudanças urgentes dessa postura estatal.
Em paralelo, cabe-se salientar que o descaso social é causa latente na problemática. Esse fator acontece porque, com base nas palavras da filósofa paulistana Djamila Ribeira, é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que tais soluções sejam promovidas.

Ademais, a população não concede a importância do pronunciamento sobre a violência contra a mulher no território brasileiro, fazendo com que as demais vítimas, com receio de se pronunciar aguentem caladas. Diante a isso, é preciso tirar essa questão da indiferença social para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
. cuidado com a divisão dos parágrafos, eu compreendi, mas outras pessoas podem não compreender.

Depreende-se, por tanto, solucionar o problema. Para isso, é fundamental que o Ministério da (J)ustiça em parceria com o Governo, crie um projeto nas mídias centrais(,) por meio de campanhas de conscientização contra a violência em canais abertos de televisão e em redes sociais, no qual incentive as pessoas a denunciarem. Paralelamente, o poder legislativo - em todas as suas esferas - deve implantar uma reforma Nacional de leis a favor da mulher reforçando a lei Maria da penha, por intermédio de palestras e apoio piscicologico para quem já foi alvo da violência doméstica em todos os 5570 municípios brasileiros, para que atinja toda a população no âmbito social. Isso será realizado com a finalidade de construir um país que consiga, de fato, tornar-se seguro para a população feminina. Só assim, será possível, garantir um futuro melhor dessa nação.
* Cuidado com letras maiúscula e minúsculas quando for falar de algum órgão público e novamente a vírgula.

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