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#58757
Em meio a esse panorama assustador de pandemia, os impactos no ensino da juventude estão cada vez maiores e mais difíceis, visto que na maioria das escolas há um despreparo enorme entre professores e alunos, justamente por eles nunca terem lidado com um problema sanitário de tão grandes proporções quanto esse. É notório a falta de adaptação e suporte que muitos jovens vêm enfrentando atualmente para lidar com o ensino a distância e as dificuldades individuais e de aprendizagem.
Segundo o IBGE, são 69 milhões de pessoas entre 0 e 19 anos no Brasil, uma parcela significativa da população que foi afetada pela crise sanitária não só com os fechamentos das escolas, mas também com a perda de espaços de convivência e o crescimento de medos e angústias sobre seu futuro. Evidentemente, o cenário atual tem muita influência no desenvolvimento desses estudantes no Brasil, principalmente para aqueles que não tem nenhum apoio tecnológico e estão sem nenhum acesso a rede de ensino-aprendizagem devido a falta de suporte básico.
A Conta Fica Para a Juventude, documentário de curta-metragem que revela os efeitos do COVID-19 para os jovens das periferias de São Paulo, deixa explícito as grandes dificuldades que são enfrentadas todos os dias, como a falta de condições adequadas e necessárias para os estudos, desemprego e o aumento descomunal das mortes pelo vírus. A juventude brasileira das periferias, inegavelmente, sofrem diariamente com a desigualdade, discriminação e falta de recursos básicos, que foi ampliado ainda mais pela pandemia do corona vírus, o que também acarreta numa grande taxa de desistência nas escolas.
Portanto, o Governo Federal deve revolucionar a educação e priorizar a criação de políticas públicas, como os auxílios instrumentais e digitais, para que possa aumentar significativamente as oportunidades para todos os jovens de maior vulnerabilidade socioeconômica das zonas mais periféricas, de modo que o acesso a tecnologia educacional seja acessível a todos, sem exceções, para que nesse cenário, haja uma grande rede de proteção articulada entre estudantes, a fim de amenizar algumas das diversas desigualdades sociais existentes.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Alfabetização

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