Envie sua redação para correção!
Regras do fórum: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🚫 Postar a mesma redação = ban (não avisarei mais) 🚫
🚫 Não coloque avisos como "corrijam minha redação" na parte do tema 🚫
#54765
Jake, filho do hipnólogo e youtuber conhecido como Pyong Lee, com um pouco mais de 1 ano de idade, o bebê já é “dono” de um perfil no Instagram e conta com quase 3 milhões de seguidores, onde é possível encontrar fotos e vídeos, inclusive em momentos de descontração com seus pais. No entanto, diante de toda superexposição ocasionada pela internet, surge um questionamento: Registrar fotos de crianças e adolescentes na internet, é realmente uma boa ideia?
Na última década, tornou-se um hábito para os pais postarem fotos de seus filhos em redes sociais, em boa parte dos casos, sem a autorização, o que pode vir a trazer um certo desconforto futuro para o envolvido, que em alguns caso passa a sofrer bullying. Acredita-se que existe uma desinformação diante da divulgação de fotos na internet, percebendo-se o raciocínio fechado que ignora a proporção que um foto pode tomar. Um bom exemplo disso são vídeos virais, alguns muitas vezes criados apenas para determinado grupo, mas que tomam outros rumos. O mesmo, naturalmente, pode acontecer com uma foto, que mesmo sendo apagada, pode já ter sido salva por outras pessoas.
Ademais, a superexposição não se limita a postagens diretamente feitas por pais, vai bem além disso. Restrições de idade, por exemplo, nunca foram tão ignoradas, é comum ver-se usuários em sites e aplicativos que não condizem com a idade mínima, muitas das vezes com o apoio dos responsáveis. De acordo com a psicóloga Maria Cecília em entrevista para um jornal : “o perigo pode acontecer quando as crianças estão em contato com conteúdos inadequados para a faixa etária que possuem.” A quem duvide dos riscos que uma imagem pode ter, mas as estatísticas são preocupantes. Em 2018 o ministério da saúde registrou 37 mil casos de abuso sexual contra a criança e o adolescente e uma simples foto, pode ser um ponto de partida para isso.
Levando em consideração os aspectos mencionados, cabe aos órgãos públicos como a escola, conscientizar e informar os pais, em visão da grande parte que desconhecem desses malefícios vindos da exposição desenfreada. A partir disso, sugere-se a promoção de campanhas e rodas de conversa, unindo os interessados em uma corrente, com a finalidade de desenvolver um responsável muito mais preparado para moderar o uso e a presença de crianças e adolescentes dentro das redes sociais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Valorização do idoso

De acordo com o sociólogo Émile Durk[…]

Bom dia, seu texto está muito bem desenvolv[…]

Bom dia, vou colocar aqui os pontos q vc pode melh[…]

"O cidadão invisivel" trata da de[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM