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#50349
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como enerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os impactos da saúde mental na sociedade, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Esse cenário antagônico é fruto tanto do silenciamento quando da falta de empatia. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Mormente, é fulcral pontuar que o silenciamento é um fator determinante para a persistência do problema. Sob esse viés, o filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno da saúde mental que tem sido silenciad. Por essa ótica, problemas como depressão, ansiedade e transtornos fazem muitos indivíduos pararem de "viver", deixando de fazer coisas cotidianas e, isolando-se do mundo. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre esse problema, sua resolução é impedida.
Outrossim, é imperativo ressaltar a falta de empatia presente na sociedade. De acordo com a obra "Modernidade Líquida", Zydmunt Bauman defende que a sociedade atual é fortemente influenciada pelo individualismo. A tese do sociólogo pode ser observada de maneira específica na realidade brasileira, no que tange à saúde mental. Essa liquidez que influi sobre a questão da falta de empatia funciona como um forte empecilho, já que muitos indivíduos não são compreendidos, excluídos ou marginalizados, devido a falsos conceitos. Tudo isso contribui para a perpetuação do imbróglio.
Urge, portanto, a necessidade de medidas exequíveis para conter o avanço da doença mental na sociedade. Logo, é preciso que o Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia do Brasil, desenvolvam seminários em escolas sobre a importância da empatia para o enfrentamento de problemas sociais e para manter o equilíbrio da sociedade. Além disso, é necessário que haja campanhas de divulgação por meio de mídias sociais e televisivas alertando sobre os impactos da saúde mental da população brasileira. Desse modo, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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