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Na Grécia Antiga, os estrangeiros não eram considerados cidadãos, logo eram vítimas fatais da xenofobia. Nos dias em curso, essa perspectiva ainda é muito presente, tendo em vista que o número de refugiados em países considerados pacíficos tem alcançado grandes marcos. Isso de deve aos crescentes conflitos/guerras, como é o caso da Síria, bem como à instabilidade política a exemplo da Venezuela. Nesse sentido, urgem medidas a fim de mitigar essa problemática.
Em primeira análise, sabe-se que de acordo com o artigo 14 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, fica assegurado a todo ser humano o direito de receber acolhimento e proteção internacional em outro país. Entretanto, esse benefício foi absurdamente negligenciado ao menino Aylan kurdi que foi encontrado afogado em uma praia da Turquia quando tentava fugir da guerra na Síria. Com isso, percebe-se que ações diplomáticas debilitadas podem seifar vidas.
De segunda mão, é válido ressaltar ainda que a questão dos refugiados está relacionada ao cenário político do país emigrado. Na obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos é narrada a história de retirantes nordestinos que fogem da fome e da miséria, e assim tentam buscar abrigo no Rio de Janeiro. Fora da literatura, é possível identificar nuances desta narrativa na situação dos venezuelanos, que recém chegados ao Brasil buscam abrigo dos horrores do regime ditatorial instaurado no seu país de origem, onde essa esperança de uma vida melhor é sabotada pela falta de recursos e infraestrutura que a nação em que se chegou oferece. Dessa forma, é imprescindível ações de ajuda humanitária capazes de dar dignidade a essas pessoas.
Portanto, para que o quadro crítico em que se encontram aqueles que buscam refúgio seja revertido, é necessário que o Governo Federal em parceria com a Agência da ONU para refugiados (Acnur), estimule os projetos da ONG Cáritas Brasileira, propondo incentivos fiscais para empresas multinacionais que realizarem doações, numa tentativa de atender as demandas que o povo sem nação busca. Além disso, é importante que a acadêmicos de cursos como o de serviço social cataloguem esses indivíduos por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão para que essas informações possam a vir um banco de dados para uso de ONgs como a Cáritas Brasileira. De modo que não sejamos gregos ou atenienses, mas cidadãos do mundo, como dissera Sócrates.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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