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Na produção da Netflix "Ginny e Georgia", a personagem principal vive os dilemas de criar seus dois filhos sozinha, enfrentando até mesmo preconceito dos próprios professores das crianças. Para Georgia, ser julgada como incapaz por viver a maternidade solo já era rotina. Infelizmente, essa realidade não fica presa somente às telas da televisão, mas é muito comum na sociedade brasileira. Ademais, vale ressaltar que a falta de uma rede de apoio e a discriminação formentada pela desinformação tornam essa situação muito mais desgastante para a mulheres de nosso país.
Em primeira análise, é importante levar em conta o pensamento do filósofo Aristóteles: "O homem é essencialmente egoísta.". Logo, não é surpreendente que muitas mães solo precisem vivenciar a maternidade sem pessoas que a ofereçam suporte e ajuda, por conta do egoísmo interiorizado. Entretanto, é mais do que necessário quebrar com essa forma de agir da sociedade, já que uma rede de apoio é essencial para que uma pessoa que está criando uma criança sozinha não se sinta desamparada.
Em segunda análise, avalia-se que há um preconceito contra mães solo enraizado no pensamento da sociedade brasileira. Dessa forma, não é raro que essas mulheres escutem comentários sobre sua incapacidade para educar jovens, o que se torna muito prejudicial para a saúde mental delas. É fato, as pessoas que dizem isso estão equivocadas e baseiam suas falas no senso comum, não há nada que indique que mulheres que vivenciam a maternidade sozinhas são menos capacitadas. Dessa forma, se torna necessário informar a sociedade e educá-la a respeito da questão da maternidade solo, já que, segundo o filósofo Immanuel Kant, "O homem é aquilo que a educação faz dele."
Portanto, cabe ao Governo Federal promover a conscientização da sociedade brasileira em relação a maternidade solo no Brasil, por meio de uma campanha midiática exibida nos maiores meios de comunicação do país - televisão, rádio e internet - que destaque como mulheres que criam seus filhos sozinhas não são de forma alguma menos capazes, mas que precisam de uma forte rede de apoio, onde não exista a discriminação. Dessa forma, as pessoas que decidiram viver a maternidade de forma solo, não precisarão mais lidar com críticas sem fundamento. Assim, diferentemente do que Georgia viveu durante sua vida, as mães poderão exercer sua maternidade em paz.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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